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sexta-feira, 7 de setembro de 2012

O Brasil e sua Verdadeira Independência



No dia 7 de Setembro de 1822, o então Príncipe Regente D. Pedro I, Defensor Perpétuo do Brasil, proclamou a nossa independência política em face da Pátria-Mãe, Portugal, independência esta que, de fato, já era uma realidade desde a vinda de seu pai, o tão grande quanto injustiçado Rei D. João VI, verdadeiro fundador do Império do Brasil.

Neste 7 de Setembro, o Brasil, governado por uma plutocracia corrupta e vassala da plutocracia internacional, dos grandes grupos econômico-financeiros com sede na City of London e em Wall Street, necessita de uma nova independência. Apesar das mentiras do “nosso” (des)Governo, o Brasil está, mais do que nunca, endividado perante tais grupos e espoliado, escravizado por eles, que nunca lucraram tanto, em nosso País, quanto nos (des)Governos petistas.

A democracia que temos é uma mentira. Apoiada em quimeras e falácias, não é ela uma verdadeira Democracia, mas sim uma politicocracia a serviço do capitalismo internacional. Aliás, o capitalismo e o comunismo não são senão faces de uma mesma medalha, sendo ambos materialistas e filhos do Espírito Burguês, não sendo, pois, de se estranhar a aliança entre os comunistas do “nosso” (des)Governo e a plutocracia mundial.

Isto posto, cumpre ressaltar que o capitalismo não é o regime da propriedade privada e da livre iniciativa, que defendemos e que já existem desde os primórdios da Humanidade, muito antes, portanto, do surgimento do capitalismo, que somente se dá na Idade Moderna. O capitalismo é, em verdade, o sistema econômico no qual o sujeito da Economia é o Capital, sendo considerado o acréscimo indefinido deste o objetivo final e único de toda a produção.
É contra o Espírito Burguês, antitradicional e antinacional por excelência, que nós outros nos levantamos ontem, hoje e sempre, neste grande Movimento de Renovação Moral, Social e Nacional, representando a vanguarda do Brasil Profundo, Verdadeiro e Autêntico. E é por ser o comunismo produto do Espírito Burguês e, mais do que isso, o último e mais antitradicional estágio da marcha da civilização burguesa, cujo dever nosso é deter, que declaramos guerra sem quartel ao comunismo, ideologia materialista,

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"O Homem inventou a máquina. A máquina, agora, quer fabricar homens. E se um dia saírem homens do ventre das usinas, também os úteros das mulheres gerarão homens-máquinas, sem coração, sem afeto, meros aparelhos de produção..."

Plínio Salgado.