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domingo, 15 de abril de 2018

Resenha do filme “Uma história de amor e fúria”




Uma história de amor e fúria é um filme de animação brasileira, dirigido e produzido por Luiz Bolognesi, com o elenco Camila Pitanga, Selton Mello e Rodrigo Santoro, de duração de 75 minutos, tendo sido lançado em 5 de abril de 2013 no Brasil, e 26 de fevereiro em Portugal.

O produtor e diretor do filme Luiz  Bolognesi de 52 anos, nascido em São Paulo – SP, formado em jornalismo pela PUC-SP, foi redator do jornal Folha de São Paulo, é um roteirista, produtor e diretor, ganhador de diversos prêmios como “prêmio cinema Brasil”, “Recife cinema festival” e “Troféu APCA”. Seu primeiro longa-metragem foi “Pedro e o senhor”.

O filme “Uma história de amor e fúria” é uma animação do gênero drama e ficção cientifica com pano de fundo um romance, com linguagem de HQ. Foi utilizada a técnica de desenhar cenas e inserir ao filme, pois o diretor não admirava a utilização única de computação gráfica.

O filme é dividido em quatro histórias, que mostram momentos trágicos e marcantes da história do Brasil, como a colonização, a escravidão, o regime militar e o futuro de 2096, em todas as fases os personagens lutam pela liberdade, e assim se passa todas as fases.

Considerei a obra por um lado bem fictícia e para um público juvenil, creio que o romance no filme teria como iniciativa não tornar o filme monótono na história do Brasil, e ter algo que chamasse a atenção do público, tal como o drama do romance. O filme é um ótimo inicio de um novo estilo para a nova era do cinema brasileiro.

Um filme onde tem como ideia instruir o publico dos acontecimentos históricos, e alertar para o futuro e a poluição, e ao mesmo tempo entretendo com o romance e ficções, um ótimo filme que pode ser usado em aulas de história, uma maneira diferente de se explicar a história do Brasil.
Autora: Isabel Cristina

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"O Homem inventou a máquina. A máquina, agora, quer fabricar homens. E se um dia saírem homens do ventre das usinas, também os úteros das mulheres gerarão homens-máquinas, sem coração, sem afeto, meros aparelhos de produção..."

Plínio Salgado.