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sexta-feira, 14 de agosto de 2015

A vida urbana e o mercado interno:


A atividade mineradora nas regiões da Minas Gerais possibilitou o crescimetno da vida urbana e o desenvolvimento do comércio.

O crescimento da vida urbana: O centro da vida nas minas não eram as fazendas, mas as cidades. A descoberta de ouro em Minas Gerais atraiu pessoas de várias partes do Brasil e da europa. As novas cidades cresciam espontaneamente de acordo com a necessidade de ocurpação. Entre as principais localidades mineiras, apenas a Vila Real do Ribeirão de Nossa Senhora do Carmo, foi elevado a categoria de cidade em 1745 com o nome de Mariana. Em Vila Rica as ruas permaneciam livres de qualquer organização. O atropealo da ocupação dos arraiais (pouso e roça  que os bandeirantes criavam ao longo dos caminhos que percorriam para assegurar sua sobrevivência) e vilas mineiras, ao lado de outros fatores, explica a instabilidade social que caracterizou a região, a pobreza em que vivia a maior parte da população e a dificuldade de estabelecer atividades econômicas estáveis.

A sociedade mineira: Em Minas Gerais o grupo reduzido de homens ricos era formado principalmente por:
Proprietários de grandes lavras, Contratadores, Altos funcionários do governo de Minas e Grandes comerciantes. As camadas intermediárias eram formadas de faiscadores, pequenos roceiros, alfaiates, sapateiros, profissionais liberais e artistas em geral. Os escravos negros, por sua vez, compunham a maior parte da sociedade mineira.

E os indigenas que viviam nas Minas? Grupos indigenas, como os Botocudo, os Maxakali, os Puri, os Cataguá, os Araxá e os Kayapó, já habitavam a região das Minas. Com a descoberta das primeiras minas de ouro, muitos grupos se deslocaram para as florestas outros foram escravizados ou completamente dizimados por conflitos ou doenças.

Resistência indígena: Ao longo do século XVIII, o avanço da atividade mineradora chocaram-se com a resistência indígena. Indigenas foram capturados para trabalhar nas lvras de ouro ou outras atividades. Muitos acabaram sendo catequizados pelos colonos, que assumiram a tarefa para burlar a lei que proibia a escravização dos nativos. Dessa forma, os nativos sob tutela dos colonos foram incorporados a sociedade mineira e perdendo quase por completo sua identidade. Muitos nativos conseguiram fugir das vilas mineriras e até formar quilombos.

Os caminhos para as minas: A necessidade de abastecer a região das minas fez surgir grandes rotas comerciais. Essas rotas ligavam as cidades mineiras a outras regiões da colônia, de onde vinham as mercadorias. Ligando dessa forma regiões do nordeste e do sul por meio de tropas de mulas  que carregavam açúcar, roupas, utensílios domésticos e outros produtos. Por esse mesmo caminho o ouro e diamantes seguiam para Portugal.

A formação do mercado interno: O surgimento desses caminhos resultou na integração entre as capitanias por meio do comércio. As rotas comerciais ligaram as diferentes regiões da colônia e as integravam ao comércio com Portugal. A exploração do ouro, portanto, estimulou a comunicação entre as regiões da América portuguesa. Com a exploração do ouro e o crescimento das cidades, teve inicio a formação de um mercado interno. Pela primeira vez, houve na colônia um grupo grande de pessoas que faziam contato para vender e comprar mercadorias.


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Projeto Araribá: História 8ª ano, organizadora Editora Moderna; obra coletiva. Editora responsável: Maria Raquel Apolinário. São Paulo: Moderna, 2010.p.44-47.

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"O Homem inventou a máquina. A máquina, agora, quer fabricar homens. E se um dia saírem homens do ventre das usinas, também os úteros das mulheres gerarão homens-máquinas, sem coração, sem afeto, meros aparelhos de produção..."

Plínio Salgado.