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terça-feira, 9 de novembro de 2010

Como despertar o melhor das pessoas.

O prazer de descobrir os talentos ocultos

Quando optamos por essa visão positiva, muitos talentos enterrados começam a emergir. Elbert Hubbard disse: “Há algo muito mais escasso, muito mais sutil e difícil de encontrar do que capacidade. É a capacidade de reconhecer a capacidade”. A média das pessoas faz coisas extraordinárias para professores e líderes e são suficientemente pacientes para esperar até que a capacidade se exteriorize.

Os livros de história estão cheios de casos de pessoas habilidosas, cujos talentos foram subestimados por uma sucessão de pessoas até que alguém acreditou nelas. Einstein aprendeu a falar com quatro anos e a ler com sete anos. Isaac Newton sempre tirava notas baixas na escola. Um editor de jornal demitiu Walt Disney porque ele “não tinha boas idéias. Leon Tolstoy foi reprovado na Universidade, Werner Von Braun não foi aprovado no exame de álgebra na oitava serie. Haydn desistiu de transformar Beethoven num músico, porque ele parecia um jovem lento e esforçado, sem qualquer talento aparente—exceto que acreditava na música.

Há uma lição nestas histórias: pessoas diferentes se desenvolvem em velocidades e tempos diferentes, e os melhores motivadores estão sempre no encalço de capacidades escondidas.

Você quer saber mais?


McGinnis, Allan Loy. Como despertar o melhor das pessoas. Editora Sinodal, São Leopoldo, 1993.

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"O Homem inventou a máquina. A máquina, agora, quer fabricar homens. E se um dia saírem homens do ventre das usinas, também os úteros das mulheres gerarão homens-máquinas, sem coração, sem afeto, meros aparelhos de produção..."

Plínio Salgado.