No dia 7 de Setembro de 1822, o
então Príncipe Regente D. Pedro I, Defensor Perpétuo do Brasil, proclamou a
nossa independência política em face da Pátria-Mãe, Portugal, independência
esta que, de fato, já era uma realidade desde a vinda de seu pai, o tão grande
quanto injustiçado Rei D. João VI, verdadeiro fundador do Império do Brasil.
Neste 7 de Setembro, o Brasil,
governado por uma plutocracia corrupta e vassala da plutocracia internacional,
dos grandes grupos econômico-financeiros com sede na City of London e em
Wall Street, necessita de uma nova independência. Apesar das mentiras do
“nosso” (des)Governo, o Brasil está, mais do que nunca, endividado perante tais
grupos e espoliado, escravizado por eles, que nunca lucraram tanto, em nosso
País, quanto nos (des)Governos petistas.
A democracia que temos é uma
mentira. Apoiada em quimeras e falácias, não é ela uma verdadeira Democracia,
mas sim uma politicocracia a serviço do capitalismo internacional. Aliás, o capitalismo
e o comunismo não são senão faces de uma mesma medalha, sendo ambos
materialistas e filhos do Espírito Burguês, não sendo, pois, de se estranhar a
aliança entre os comunistas do “nosso” (des)Governo e a plutocracia mundial.
Isto posto, cumpre ressaltar que o
capitalismo não é o regime da propriedade privada e da livre iniciativa, que
defendemos e que já existem desde os primórdios da Humanidade, muito antes,
portanto, do surgimento do capitalismo, que somente se dá na Idade Moderna. O
capitalismo é, em verdade, o sistema econômico no qual o sujeito da Economia é
o Capital, sendo considerado o acréscimo indefinido deste o objetivo final e
único de toda a produção.
É contra o Espírito Burguês,
antitradicional e antinacional por excelência, que nós outros nos levantamos
ontem, hoje e sempre, neste grande Movimento de Renovação Moral, Social e
Nacional, representando a vanguarda do Brasil Profundo, Verdadeiro e Autêntico.
E é por ser o comunismo produto do Espírito Burguês e, mais do que isso, o último
e mais antitradicional estágio da marcha da civilização burguesa, cujo dever
nosso é deter, que declaramos guerra sem quartel ao comunismo, ideologia
materialista,
ateia e espúria baseada no ódio e na inveja.
Brasileiros! Homens e mulheres de
todas as Províncias deste vasto Império da Santa Cruz, uni-vos em torno do
pavilhão nacional e da bandeira azul e branca do Sigma! Erguei bem alto vossos
estandartes! Lutai, demonstrando vossa, coragem, vossa tenacidade, vosso valor
em defesa do nosso Brasil e de sua Tradição Integral! Não temais as ímpias
hordas do inimigo, posto que, como não cansamos de repetir, cada um de vós,
soldados de Deus e da Pátria, vale por cem soldados adversários e que convosco
caminham vossos antepassados, o Brasil Profundo, a maioria silenciosa do Povo
Brasileiro! Não temais mesmo a morte, pois a morte, para o justo, não é senão o
despertar da verdadeira vida! Marchai! Deus e o Brasil esperam que cada um de
vós cumpra o vosso dever! E que a vossa voz seja a voz do Brasil Profundo e do Grande
Império que está nascendo! Moralmente, a vitória já é vossa! Avante!
Pelo Bem do Brasil e do Mundo!
Anauê!
Victor Emanuel Vilela Barbuy
Presidente Nacional da Frente
Integralista Brasileira
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