-

-

quarta-feira, 25 de novembro de 2015

Movimento de 1848, a Primavera dos Povos.


A “Primavera dos Povos” é como chamamos a série de movimentos revolucionários liberais que ocorreram por toda a Europa durante todo o ano de 1848. A partir Revolução Francesa de 1789, os ideais libertários chegaram a todos os lugares da Europa, deixando temerosos os monarcas absolutistas europeus.

Diante desses acontecimentos institui-se o Congresso de Viena, em 1815, após a derrota de Napoleão Bonaparte, os reacionários governos europeus que procurava restaurar a antiga ordem vigente anterior a Revolução Francesa de 1789, e dar uma nova feição à Europa. Monarquias que haviam sido abolidas foram restauradas, e políticas repressoras voltaram a ser aplicadas à população.

Como ocorreu com a subida do rei Luís Filipe da França em 1830, denominado "rei burguês", havia esperança entre a classe burguesa que seus interesses seriam devidamente representados, sendo o próprio monarca oriundo daquela classe.

As revoluções liberais se espalharam por toda Europa. Essas revoluções conhecidas como “Primavera dos Povos” chegou até o Brasil durante a Revolução Praieira, ocorrida em Pernambuco também em 1848. Predominante em todos esses movimentos foi à ideologia do socialismo utópico com a concepção do famoso ‘Manifesto Comunista’ de Karl Marx e Friedrich Engels em 1848.

Mas como nem a primavera dura, em dezoito meses todos os regimes derrubados foram restaurados com exceção da República da França. A primeira onda revolucionária assinalou a derrota da aristocracia em 1830 e a segunda onda marcou a derrota do proletariado em 1848. Tendo assim atingido a burguesia os seus dois alvos concretos: de um lado a aristocracia do Antigo Regime e do outro o proletariado.

LinkWithin

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...
"O Homem inventou a máquina. A máquina, agora, quer fabricar homens. E se um dia saírem homens do ventre das usinas, também os úteros das mulheres gerarão homens-máquinas, sem coração, sem afeto, meros aparelhos de produção..."

Plínio Salgado.