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quinta-feira, 3 de setembro de 2015

Clio, Musa da História e da criatividade


Clio é uma das musas gregas que habitam o monte Hélicon, segundo a mitologia. A cultura do Ocidente está profundamente marcada pelo legado helênico, ou seja, pelos costumes e ensinamentos deixados pelos homens da Grécia Antiga. Esta, por sinal, é considerada o berço da civilização, de lá veio a ideia de organização e também a de democracia, tão citada atualmente. Na mitologia grega havia as musas, que eram deusas irmãs que viviam no monte Hélicon. Segundo a tradição, eram nove musas, filhas de Zeus com Mnemósine e que recebiam a assistência de Apolo para presidir as artes e as ciências e inspirar os governantes a estabelecer a paz entre os homens.

As musas eram festejadas a cada quatro anos no monte Hélicon e na Piéria. Inicialmente, inspiravam os poetas, mas, depois, passaram a influenciar todas as artes e ciências. Segundo Homero, as nove musas são: Clio, Euterpe, Talia, Melpômene, Terpsícore, Érato, Polímnia, Urânia e a líder de elas, Calíope. A mitologia grega alegava que as musas eram virgens ou, pelo menos, não casadas.

Entre essas nove musas está Clio, a musa da história e da criatividade. É conhecida por divulgar e celebrar as realizações. Por sua eloquência, ela é a fiadora das relações políticas entre homens e nações. As representações feitas pelos artistas de Clio a demonstra como uma jovem mulher coroada de louros que carrega na mão direita uma trombeta e na mão esquerda um livro de Tucídides. Em algumas ocasiões, as representações de Clio indicam que ela porta um pergaminho e uma pena, mas esses são atributos mais identificados com sua musa irmã Calíope.

O nome Clio significa “Proclamadora”. Ela é a grande deusa da História para os Historiadores. Embora seja uma referência ilustrativa, possui a capacidade de chamar para uma reflexão nos múltiplos domínios da História. Se considerarmos o livro que carrega em suas mãos, de Tucídides, nos remetemos a escrita da História, ou seja, nos atentamos para a historiografia e como se dá o relato das realizações. Por outro lado, há o outro objeto que Clio porta em suas mãos, que é a trombeta. Este sim é o responsável pela anunciação, o que pode-se entender como a fama do acontecimento, a fama da História.

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"O Homem inventou a máquina. A máquina, agora, quer fabricar homens. E se um dia saírem homens do ventre das usinas, também os úteros das mulheres gerarão homens-máquinas, sem coração, sem afeto, meros aparelhos de produção..."

Plínio Salgado.