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terça-feira, 25 de agosto de 2015

A economia integralista



A Economia Integralista reconhece a Propriedade e Inciativa Particulares, porém, apontando-lhes os seus justos limites.

No Integralismo, o Trabalho não será uma mercadoria submetida às famigeradas leis da oferta e da procura.

A Moeda no Estado Integralista também deixará de ser uma mercadoria, assumindo plenamente seu papel de intermediário entre as trocas, instrumento de cálculo e padrão de medida. Sepultando-se assim a especulação financeira.

O Estado Integral intervirá na Economia. Mas, é preciso ficar claro que não se trata do mesmo tipo de intervenção que se dá no regime burguês, onde o Estado interfere para beneficiar indivíduos e grupos de indivíduos. A intervenção Integralista só ocorrerá quando for necessário e sempre no sentido de atender ao Bem-Comum.

A Economia Integralista, portanto, rejeita tanto o capitalismo, como o socialismo.

Sérgio de Vasconcellos,

Secretário Nacional de Doutrina e Estudos da Frente Integralista Brasileira

(Retirado do livro Integralismo: Um novo paradigma, São Paulo, Agbook, 2014, p. 138).

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"O Homem inventou a máquina. A máquina, agora, quer fabricar homens. E se um dia saírem homens do ventre das usinas, também os úteros das mulheres gerarão homens-máquinas, sem coração, sem afeto, meros aparelhos de produção..."

Plínio Salgado.