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sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Estudo sobre Valhalla




"Olhe! Lá vejo meu pai.
Lá vejo minha mãe, irmãos e irmãs.
Lá vejo meus ancestrais. Todos eles.
Olhe! Clamam por mim.
Querem que eu vá assumir meu lugar dentre eles.
Nos salões de Valhalla. Onde os bravos vivem para sempre."

Oração Viking

            Ao imaginar um antigo guerreiro nórdico, de espada em punho no campo de batalha, preparado para lançar-se a luta alguém poderia se perguntar se ele não teme o que lhe espera após a morte. Pouco provável, ele poderia até estar desejoso por tal destino, dado o glorioso destino de um guerreiro viking que tombe em batalha. Logo eles lançavam-se corajosamente à peleja pois caso morressem com bravura eles seriam recebidos no Valhalla, o grande salão dos mortos de Odin.

            O salão Valhalla está cosntruído no Bosque de Glesir em Asgard, o lar dos deuses Aesir. Ao seu redor um resistente muro e em seu interior paredes feitas de lanças e um teto feito de escudos, incrustados de gemas e metais preciosos. O salão era tão grande que suas quinhentas portas permitiam que seus soldados facilmente saíssem quando fossem chamados para o dia fatídico d Ragnarok.



            O Ragnarok é o esperado “último dia” do mundo, ou do ciclo do universo nórdico, quando os deuses batalhariam o mal e morreriam, e o mundo chegaria a um fim. Esta é a razão da existência do salão do Valhalla, treinar os guerreiros para este dia. Quando um bravo soldado morria com valentia no campo de batalha ele era escolhido por Odin e levando ao Valhalla por uma Valquíria para juntar-se aos seus irmãos mortos.

            No entanto, não era fácil entrar no Valhalla. Para se tornar um “einherjar” (guerreiro solitário, literalmente) o escolhido deveria passar por vários obstáculos, testes de força, habilidade e bravura, antes de pode atravessar o portão sagrado Valgrind. Uma vez dentro, ele podia esperar uma eternidade agradável, lutando e comendo banquetes com outros guerreiros escolhidos.

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"O Homem inventou a máquina. A máquina, agora, quer fabricar homens. E se um dia saírem homens do ventre das usinas, também os úteros das mulheres gerarão homens-máquinas, sem coração, sem afeto, meros aparelhos de produção..."

Plínio Salgado.