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domingo, 9 de novembro de 2014

Realeza Romana


Quando Roma surgiu, em 753 a.C. (data tradicional), tinha um regime monárquico-aristocrático de governo. As origens da cidade são lendárias. O poeta Virgílio conta na Eneida que os romanos descendiam dos troianos. Diz que Enéas sobreviveu à destruição de Tróia e com seus amigos cruzou o Mediterrâneo em direção à Planície do Lácio. Seus descendentes teriam fundado Alba Longa e depois Roma.

Historicamente, a interpretação mais plausível diz que Roma era uma povoação de origem albana, construída às margens do Tibre para defender a região das incursões dos etruscos, que habitavam ao norte do Lácio.

A economia era baseada na agricultura e no pastoreio. A sociedade era representada pelos patrícios, que formavam os grandes proprietários; os clientes, parentes pobres dos patrícios, a quem prestavam alguns serviços e de quem recebiam proteção; e os plebeus, que representavam os estrangeiros, artesãos, comerciantes, pequenos proprietários e trabalhadores rurais.

Toda a história romana durante o período monárquico é baseada em lendas. O Rapto das Sabinas conta a integração com os sabinos, vizinhos de Roma. A luta dos Irmãos Horácios contra os Curiácios refere-se à vitória de Roma sobre Alba Longa. A existência de sete reis, dos quais dois eram latinos, dois sabinos e os três últimos etruscos, mostra que Roma foi dominada pelos etruscos. Finalmente, a lenda da casta Lucrécia, virtuosa romana violada pelo filho do último rei etrusco, Tarqüínio, o Soberbo, justifica, em termos morais, a queda da Realeza e a proclamação da República.

Concretamente, a expulsão do rei etrusco não está ligada ao fato de ser etrusco e sim a seu absolutismo. Até ao advento dos reis etruscos, Roma era governada por soberanos que dependiam do Conselho dos Anciãos, órgão composto exclusivamente por patrícios. Suas decisões eram aprovadas pela Assembléia Tribal ou Curiata (patrícios e plebeus). Os reis etruscos marginalizaram o Conselho, governando de forma despótica. Por isso, na primeira oportunidade, os patrícios depuseram o rei e implantaram a República, com um regime essencialmente aristocrático (509 a.C).

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"O Homem inventou a máquina. A máquina, agora, quer fabricar homens. E se um dia saírem homens do ventre das usinas, também os úteros das mulheres gerarão homens-máquinas, sem coração, sem afeto, meros aparelhos de produção..."

Plínio Salgado.