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segunda-feira, 28 de outubro de 2013

William Shakespeare, Parte II: Ricardo II.


William Shakespeare (Stratford-upon-Avon, 23 de abril de 1564 — Stratford-upon-Avon, 23 de abril de 1616) foi um poeta e dramaturgo inglês, tido como o maior escritor do idioma inglês e o mais influente dramaturgo do mundo. É chamado frequentemente de poeta nacional da Inglaterra e de "Bardo do Avon" (ou simplesmente The Bard, "O Bardo"). O apelido de Shakespeare, “O Bardo” vem da história antiga da Europa, era uma pessoa encarregada de transmitir as histórias, as lendas e poemas de forma oral, cantando a história de seus povos em poemas recitados. Era simultaneamente músico e poeta e, mais tarde, seria designado de trovador.

De suas obras restaram até os dias de hoje 38 peças, 154 sonetos, dois longos poemas narrativos, e diversos outros poemas.


Ricardo II (no original, Richard II) é uma peça de teatro de William Shakespeare, do gênero drama histórico. Acredita-se que tenha sido escrita aproximadamente em 1595. É baseada na vida do rei Ricardo II da Inglaterra e é a primeira parte de uma tetralogia, tendo sido seguida por três peças sobre os sucessores de Ricardo II: Henry IV, Part 1, Henry IV, Part 2 e Henry V.

“Ricardo II” é a primeira parte de uma tetralogia, que é seguida por “Henrique IV, 1ª parte”, “Henrique IV, 2ª parte” e “Henrique V”.

O que mais marcou essa leitura foi a percepção de como o estudo dessas vidas de reis deve ter contribuído para a visão tão profunda que máster Shakespeare tem da alma humana!

O que esses reis aprontaram!

Sobre “Ricardo II”, basta dizer que o Bardo tornou sua morte mais heroica e poética. Pois há indícios de que na vida real Ricardo II foi morto de fome e sede, de tal modo que seus inimigos pudessem exibir seu corpo sem mostras de violência.

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"O Homem inventou a máquina. A máquina, agora, quer fabricar homens. E se um dia saírem homens do ventre das usinas, também os úteros das mulheres gerarão homens-máquinas, sem coração, sem afeto, meros aparelhos de produção..."

Plínio Salgado.