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segunda-feira, 11 de março de 2013

Na Plenitude da “Idade das Trevas*.”



Plínio Salgado. Presidente do Diretório Nacional do Partido de Representação Popular 1945-1965. Imagem: Arquivo Pessoal.

Procurarei por meio desse pequeno texto, mas de grande importância para a compreensão dos males que acometem nossa sociedade demonstrar que os problemas que vemos em grandes escala na política nacional, como a corrupção são reflexos de um mal estar mais interior do próprio homem do que de suas criações, que nada mais são do que aquilo que o homem cobiça para si! Para que o nosso espírito possa compreender toda a extensão, toda a profundidade e as causas mais secretas dos males que afligem o nosso tempo , é necessário que ele se aparte do convívio quotidiano dos homens, isentando-se de simpatias e antipatias, para considerar, como simples espectador essa tragicomédia em que se exaurem e se consomem os egoísmos cruéis e as ambições mais cegas.

“É preciso ainda que o observador tenha chegado aquele estado de alma de abstenção total das vaidades terrenas, depurando-se de todo interesse pessoal e vivificando-se unicamente pelo desejo de lograr o bem alheio, para que os seus olhos não se turvem com os argueiros provindos das íntimas paixões do seu próprio ser [1].”

Plínio Salgado

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"O Homem inventou a máquina. A máquina, agora, quer fabricar homens. E se um dia saírem homens do ventre das usinas, também os úteros das mulheres gerarão homens-máquinas, sem coração, sem afeto, meros aparelhos de produção..."

Plínio Salgado.