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quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Arqueólogos descobrem templo de 5 mil anos no sítio arqueológico de El Paraíso no Peru.




 Templo no sítio de El Paraíso. Imagem: IG Notícias.

A cada dia que passa novas descobertas revelam que o continente americano possuiu uma atividade urbana extremamente organizada e muito mais antiga do que acreditávamos até recentemente. As descobertas em El Paraíso, o maior sítio arqueológico no centro do Peru, somente veem para corroborar e comprovar a veracidade das teorias já existentes de uma América tão avança ou mais do que o chamado Velho Mundo, em se tratado de período histórico.

O que tivemos na América foi um declínio muito rápido, após uma lenta ascensão de civilizações evoluídas tanto na arquitetura, arte, agricultura, urbanismo, política e tantas outras características que eram tidas como originárias do chamado Velho Mundo.

Arqueólogos ligados ao Ministério da Cultura peruano, durante trabalhos de conservação no local do sítio em nome do Ministério da Cultura, se depararam com uma estrutura de areia e pedras escurecidas, ruínas do que teria sido um antigo templo da Era Pré-Cerâmica (3500 a.C. e 1800 a.C). Segundo os arqueólogos, a descoberta sugere que as comunidades que viviam na região durante esse período eram mais interconectadas do que se acreditava anteriormente.

"Ela confirma que a região em torno de Lima foi um foco de atividade das civilizações do território andino, o que demonstra sua importância religiosa, econômica e política". [1]

Vice-ministro da Cultura do Peru, Rafael Varo.

A estrutura no sítio arqueológico de El Paraíso, perto de Lima, incluiria local para oferendas cerimoniais. Os arqueólogos responsáveis pela descoberta dizem que o templo pode ter até 5 mil anos.

Vista frontal do templo. Imagem: Rádio Voz da Rússia.

A arquitetura do templo era baseada em um edifício retangular de 6,82 metros de comprimento e 8,04 metros de largura. No centro do mesmo, havia uma estrutura usada para manter uma fogueira, provavelmente em oferendas cerimoniais (animais provavelmente eram sacrificados e depois tinham a carne queimada, pois acreditavam que a fumaça levava o sacrifício até os deuses).

"A fumaça era usada pelos sacerdotes para se comunicar com os deuses". [2]

Marco Guillen, coordenador da equipe de arqueólogos.

Segundo o coordenador da equipe de arqueólogos Marco Guillen, que fez a descoberta, a principal característica da religião dos antigos habitantes do local seria o uso do fogo, que queimava no centro dos seus templos.

 Arqueologos durante as escavações. Imagem: Boas Notícias. Um mundo em crescimento.

Porque os Integralistas não cantam a segunda parte do Hino Nacional Brasileiro (continuação)



"De pé altivamente em gesto esplêndido." Imagem: Arquivo CHH.

O Integralismo trata com respeito profundo o nosso Hino Nacional. Assim, na segunda Parte continuamos perfilados até o término, mas, não a cantamos.
Está nos Protocolos e Rituais da AIB e nos 30 anos que estou no Movimento sempre os Companheiros seguiram tal regra.

Não cantamos a segunda parte do Hino Nacional por não concordarmos com a presença do termo “Deitado” em uma das máximas nacionais que é o Hino Nacional, ao qual deve exaltar seu povo e sua pátria e não utilizar  de palavras que denigrem ou desrespeitem a mesma.

Segundo sabe-se por fontes integralistas que pertenceram ao PRP, o próprio Plínio Salgado chegou a cogitar um projeto de lei que infelizmente não sabemos se chegou a ser apresentado. O Chefe Nacional Plínio Salgado, tinha esta proposta para mudar a letra para:


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"O Homem inventou a máquina. A máquina, agora, quer fabricar homens. E se um dia saírem homens do ventre das usinas, também os úteros das mulheres gerarão homens-máquinas, sem coração, sem afeto, meros aparelhos de produção..."

Plínio Salgado.