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quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Porque os Integralistas não cantam a segunda parte do Hino Nacional Brasileiro (continuação)



"De pé altivamente em gesto esplêndido." Imagem: Arquivo CHH.

O Integralismo trata com respeito profundo o nosso Hino Nacional. Assim, na segunda Parte continuamos perfilados até o término, mas, não a cantamos.
Está nos Protocolos e Rituais da AIB e nos 30 anos que estou no Movimento sempre os Companheiros seguiram tal regra.

Não cantamos a segunda parte do Hino Nacional por não concordarmos com a presença do termo “Deitado” em uma das máximas nacionais que é o Hino Nacional, ao qual deve exaltar seu povo e sua pátria e não utilizar  de palavras que denigrem ou desrespeitem a mesma.

Segundo sabe-se por fontes integralistas que pertenceram ao PRP, o próprio Plínio Salgado chegou a cogitar um projeto de lei que infelizmente não sabemos se chegou a ser apresentado. O Chefe Nacional Plínio Salgado, tinha esta proposta para mudar a letra para:


"De pé altivamente em gesto esplêndido".
Substituindo o:
“Deitado eternamente em berço esplêndido.”

Não mudaria em nada a métrica e a letra ganharia um novo sentido, mais coerente como deve ser a postura de um verdadeiro patriota.  A mudança retiraria as palavras desmerecedoras “Deitado eternamente”, para “De pé altivamente”, o que com toda certeza faria uma grande diferença tanto para quem canta, como para quem ouvi a letra.

Mas pelo que se sabe já era costume na AIB, os integralistas não cantarem esta parte do hino em meados dos anos da década de 30.

Anauê!

02/02/2013

Leandro Claudir, é Acadêmico de História pela Universidade Luterana do Brasil, Técnico em Informática pela QI Escolas e Faculdades. Habilitado em Liderança de Círculos de Controle de Qualidade Empresarial pelo Sesi. Criador e Administrador do Projeto Construindo História Hoje.

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