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quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Imperadores Cristãos. Parte V. Imperador Romano Joviano.


Imperador Romano Joviano. Imagem: Enciclopédia Barsa. ed. 1975.

Flávio Joviano, General e Imperador romano nascido em Singidunum (Atual Belgrado), na região do Danúbio, em 331 d.C. Pertencia à Casa de Constantino.  Em 26 de junho de 363 d.C, foi eleito pelos soldados imperador romano pelo exército, após a morte do imperador Juliano. O Imperador Juliano, O Apóstata (Flávio Cláudio Juliano imperador, embora batizado e educado no cristianismo, declarou-se pagão ao iniciar o mandato, e adotou as antigas crenças pagãs greco-romanas, o que lhe valeu o apelido de o Apóstata. Apesar de sua aparente tolerância religiosa, tomou medidas contra os cristãos. Foi o último imperador pagão a ascender ao trono do Império Romano). Foi mortalmente ferido em batalha contra as forças de Sapor II do Império Sassânida. 


A esquerda, Juliano, O Apóstata. Imagem: Denkmäler des klassischen Altertums. 1885. Band I., Seite 763. 

Flávio Joviano tomou parte nas campanhas persas de Juliano, O Apóstata, como Oficial de Estado-Maior. Quando Juliano foi morto a norte de Ctesifonte, junto ao Tigre, os generais estavam profundamente divididos e em desavenças políticas entre si, pelo que uma parte do exército acabou por proclamar Joviano como Imperador. A aposta parece que resultou, pois Joviano acabou por conseguir salvar as legiões do desastre, com o preço de uma paz com os Persas, que foi, no entanto, humilhante para Roma, mas a única via possível para se salvarem milhares de soldados e a região oriental do Império.

Teve como principal ato a adoção do cristianismo como religião oficial do Estado. Publicou um Edito restituindo aos cristãos todos os privilégios retirados por Juliano, o apóstata, restabelecendo o cristianismo.

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"O Homem inventou a máquina. A máquina, agora, quer fabricar homens. E se um dia saírem homens do ventre das usinas, também os úteros das mulheres gerarão homens-máquinas, sem coração, sem afeto, meros aparelhos de produção..."

Plínio Salgado.