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quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Lista de governantes do Brasil.


Bandeira do Brasil Colônia e Brasão Colonial. 


Estão nesta lista todos os reis de Portugal do período entre 1500 e 1822, incluindo os reis de Espanha do período filipino, em que Portugal esteve sob a administração da coroa espanhola.

Reis

Dom Manuel I (1495-1522)

D. João III (1522-1557)

D. Sebastião (1557-1578)

D. Henrique (1578-1580)

Filipe I (1581-1598)

Filipe II (1598-1621)

Filipe III (1621-1640)

D. João IV (1640-1656)

Afonso VI (1656-1662)

Pedro II (de Portugal) (1662-1706)

D. João V (1706-1750)

D. José (1750-1777)

D. Maria, A Louca (1777-1816)

D. João VI (1816-1822)

Regentes do Império

Os regentes assumiam o comando do país na ausência do monarca.
A primeira regente foi a então princesa Leopoldina, esposa do então príncipe Pedro de Alcântara, que entre agosto e setembro de 1822 ausentou-se do Rio de Janeiro em viagem à então capitania de São Paulo, ocasião em que deu o famoso Grito do Ipiranga que marcaria nossa independência da metrópole.

A Primeira Guerra Mundial (1914-1918). Introdução - Parte I.

A Primeira Guerra Mundial foi conhecida como "a guerra que acabaria com todas as guerras". Imagem: Só História.
 Vários problemas atingiam as principais nações européias no início do século XX. O século anterior havia deixado feridas difíceis de curar. Alguns países estavam extremamente descontentes com a partilha da Ásia e da África, ocorrida no final do século XIX. Alemanha e Itália, por exemplo, haviam ficado de fora no processo neocolonial. Enquanto isso, França e Inglaterra podiam explorar diversas colônias, ricas em matérias-primas e com um grande mercado consumidor. A insatisfação da Itália e da Alemanha, neste contexto, pode ser considerada uma das causas da Grande Guerra. 
          
Vale lembrar também que no início do século XX havia uma forte concorrência comercial entre os países europeus, principalmente na disputa pelos mercados consumidores. Esta concorrência gerou vários conflitos de interesses entre as nações. Ao mesmo tempo, os países estavam empenhados numa rápida corrida armamentista, já como uma maneira de se protegerem, ou atacarem, no futuro próximo. Esta corrida bélica gerava um clima de apreensão e medo entre os países, onde um tentava se armar mais do que o outro.
Existia também, entre duas nações poderosas da época, uma rivalidade muito grande. A França havia perdido, no final do século XIX, a região da Alsácia-Lorena para a Alemanha, durante a Guerra Franco Prussiana. O revanchismo francês estava no ar, e os franceses esperando uma oportunidade para retomar a rica região perdida.

O pan-germanismo e o pan-eslavismo também influenciou e aumentou o estado de alerta na Europa. Havia uma forte vontade nacionalista dos germânicos em unir, em apenas uma nação, todos os países de origem germânica. O mesmo acontecia com os países eslavos.
 O início da Grande Guerra
O estopim deste conflito foi o assassinato de Francisco Ferdinando, príncipe do império austro-húngaro, durante sua visita a Saravejo (Bósnia-Herzegovina). As investigações levaram ao criminoso, um jovem integrante de um grupo Sérvio chamado mão-negra, contrário a influência da Áustria-Hungria na região dos Balcãs. O império austro-húngaro não aceitou as medidas tomadas pela Sérvia com relação ao crime e, no dia 28 de julho de 1914, declarou guerra à Servia.

Política de Alianças

Veja a história do tenor que fez Hitler chorar



Adolf  Hitler, era fã de Richard Wagner e já tinha assistido a mais de 30 óperas antes de completar 30 anos.  Imagem: Guia do Estudante Abril.

Max Lorenz, tenor que virou uma sensação na década de 1930 na Alemanha, encantou o ditador nazista, grande fã de óperas.

No começo da década de 1930, quando o tenor Max Lorenz chegava ao auge da carreira, aos 32 anos, suas apresentações como Siegfried, o mítico herói das óperas de Richard Wagner, só não eram tão populares quanto o jovem e destemido veterano da Primeira Guerra, que vinha cativando multidões com sua voz potente e verve instigante.

Dez anos mais velho que Lorenz e diferente dele, que tinha um corpanzil elegantemente sustentado por bons vinhos e carne vermelha, o ex-militar era miúdo, moderado em seus hábitos e vibrante em sua oratória. E grande admirador de óperas, sobretudo as de Wagner. Adolf Hitler era fã das suas composições e já tinha assistido a mais de 30 óperas antes de completar 30 anos. Como diria em anos depois, foi ouvindo uma delas - Rienzi, o Último dos Tribunos, finalizada em 1840 - que teve a inspiração para escrever Mein Kampf (Minha Luta, a bíblia nazista). A paixão de Hitler por essa ópera em particular era tamanha que ninguém estranhou quando o manuscrito original que havia se perdido na guerra foi encontrado, anos mais tarde, em sua biblioteca particular.

Segundo o autor de As Mulheres de Hitler, François Delpla, o ditador teria assistido à peça mais de 40 vezes ao longo de sua vida.

"A razão de tamanha adoração parece ser o enredo, que narra o retorno à vida de um herói popular da Itália medieval - Cola di Rienzi -, que enfrenta os nobres para liderar a revolta de seu povo e conduzi-lo a um destino melhor"

Diz o historiador, para quem as bandeiras do Partido Nazista foram inspiradas com base nos modelos da ópera.

Os destinos de Hitler e Lorenz se cruzariam em 1933, quando o primeiro usou a máquina de propaganda nazista para dar proporções épicas ao Festival de Bayreuth. Na pequena cidade da Baviera, Richard Wagner estreara sua obra-prima - O Anel dos Nibelungos - e lá passara seus últimos dias de vida. Desde então, todos os verões, descendentes tentavam reviver sua glória com apresentações do festival. Hitler ordenou que o ministro Joseph Goebbels não economizasse na organização. Wagner era um símbolo da supremacia germânica.

Nascido em 1901, em Dusseldorf, filho de um açougueiro, o garoto Max Lorenz começou a cantar no coro da igreja e, como logo se destacasse, foi mandado a Berlim para estudar numa das melhores escolas do país. Em 1920, já era a estrela do coro da Ópera Estatal da cidade e ascendia numa carreira internacional, com apresentações na Metropolitan Opera de Nova York e na Royal Opera de Viena.

 "Ele era uma escolha óbvia para a nova fase do Festival de Bayreuth".

Diz o historiador Eckart Conze, professor da Universidade de Marburg, na Alemanha.

Só havia um problema. Ou dois. Lorenz era homossexual assumido - tanto quanto possível para a época. Ele já havia sido fichado pelas autoridades alemãs. E os administradores da Ópera de Berlim, onde era contratado, já haviam sido repreendidos por sua conduta "abominável e antigermânica". Ele chegou a ser processado por manter um caso com outro jovem músico e teve de comparecer a um tribunal. Lorenz apresentou em sua defesa o depoimento de sua esposa, Charlotte Appel, revelando, para surpresa geral, que não só era casado como também sua esposa pertencia a uma proeminente família judia de Dresden. "Eles eram amigos desde a juventude e, aparentemente, haviam se casado para proteger a homossexualidade de Lorenz", diz Conze. "No final, ele é que a protegeu da perseguição nazista."
Os destinos de Hitler e Lorenz se cruzariam em 1933, quando o primeiro usou a máquina de propaganda nazista para dar proporções épicas ao Festival de Bayreuth. Imagem: Guia do Estudante Abril.

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"O Homem inventou a máquina. A máquina, agora, quer fabricar homens. E se um dia saírem homens do ventre das usinas, também os úteros das mulheres gerarão homens-máquinas, sem coração, sem afeto, meros aparelhos de produção..."

Plínio Salgado.