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sábado, 29 de setembro de 2012

Acima dos fatos: uma Revolução Psicológica!


Soldado com a bandeira do Brasil e do Integralismo ao fundo. Imagem: Facebook.
O marxismo, como método de apreciação do desenvolvimento econômico de apreciação do desenvolvimento econômico e das superestruturas sociais, evidentemente nos facilita a compreensão de certa ordem de fenômenos. Ele se prende diretamente à filosofia burguesa evolucionista, da qual é filho primogênito; e nada melhor para estudar o burguês do século XIX do que os seus próprios métodos.

Entretanto, o marxismo (continuação da corrente determinista) só cuida da “ideia-fato” ou antes do “fato” em si, subordinando ao seu ritmo o homem, que o produziu.

Para o marxismo não existe o homem, existe o fato. O unilateralismo marxista cai, pois, na extrema abstração, abandonando o critério realista, para flutuar na estratosfera do que podemos chamar a “imponderável metafísica materialista”.

O marxismo vale, pois, para nós, espiritualistas, realistas, integralistas (que consideramos o homem e a sociedade integrais), apenas como uma crítica à sociedade burguesa, feita pelos próprios burgueses.

Essa crítica evidencia a face do mundo objetivo do “fato”, isto é uma fração do problema social.

E fortalece a nossa convicção na existência de outra ordem de fenômenos, puramente

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"O Homem inventou a máquina. A máquina, agora, quer fabricar homens. E se um dia saírem homens do ventre das usinas, também os úteros das mulheres gerarão homens-máquinas, sem coração, sem afeto, meros aparelhos de produção..."

Plínio Salgado.