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sábado, 1 de setembro de 2012

Julgamento da História. António de Oliveira Salazar, herói ou vilão?


 Prof. Doutor António de Oliveira Salazar. Imagem: Universidade de Coimbra.

António de Oliveira Salazar, (Vimieiro, na Beira Alta 1889 – Lisboa 1970). Estadista português que depois de abandonar o Seminário de Viseu, entrou em 1910 para a Universidade de Coimbra, onde se laudou em Direito. Em 1917 voltou à Universidade, como lente de Econômia. Em 1919 era catedrático de Ciências Econômicas e Financeiras da Universidade de Coimbra.

Suas obras sobre Economia Política logo lhe granjearam reputação. Eleito deputado pelo Centro Católico em 1921 e em 1926, após a vitória do movimento de 28 de maio de 1926, ocupou o Ministério das Financças, cargo que voltou a exercer na presidência do Gen. Oscar de Fragoso Carmona, estabilizando as finanças e a moeda. Nomeado presidente do Conselho de Ministros em 1932 por Carmona, foi mantido na função pelos presidentes seguintes (marechal Craveiro Lopes e almirante Américo
Tomás).

 Responsável pela Constituição 1933 que deu origem ao Estado Novo, estabeleceu um Estado autoritário baseado em princípios de justiça social. E uma política que proibia a formação de partidos políticos e integrava, em apêndice, o ato colonial de 1930, eliminando a autonomia tradicional das colônias portuguesas. Criou-se o Secretariado Nacional de Propaganda, depois denomindado da Informação (SNI), e foi promulgado o Estatuto do Trabalho Nacional, com a integração dos sindicatos de trabalhadores e de patrões (grêmios) em um mesmo organismo. Começou então a funcionar a

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"O Homem inventou a máquina. A máquina, agora, quer fabricar homens. E se um dia saírem homens do ventre das usinas, também os úteros das mulheres gerarão homens-máquinas, sem coração, sem afeto, meros aparelhos de produção..."

Plínio Salgado.