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quarta-feira, 13 de junho de 2012

O Estado e as Religiões



Enquanto os socialistas vivem a criar lutas religiosas, nós seguimos um caminho diferente, em que se entrosam a lealdade e o respeito as crenças alheias, porque não somos clericais nem anticlericais; não somos budistas nem bramanistas: Somos acima de tudo filhos de Deus, que é a Perfeição e a esperança eterna da Humanidade.

A organização do Estado, o Governo, suas funções decorrentes, é tudo isso campo privativo do Integralismo, onde não interfere nenhuma outra força estranha . Por outro lado não se intervém no campo religioso, onde é soberana a Religião em tudo que lhe é peculiar, como a catequese, a educação dos seus fieis, o ritual, etc.

Seria muito interessante, que o Estado pretendesse legislar sobre matéria religiosa, nomeando padres para as paróquias, estabelecendo a forma do ritual e das orações.

Não menos interessante seria, também, que o Clero se reunisse para tratar de legislação sindical e controvérsias sobre a lei de aposentadoria etc. Não são campos opostos, mas paralelos, que caminham, para nós, em perfeita harmonia, já que não prescindimos da educação religiosa, que é o sustentáculo da moral e por conseguinte dos fins superiores do Integralismo. Só não compreendem isso certas pessoas que confundem a Religião com os maus atos deste ou daquele sacerdote, o que afeta ao homem e nunca à Doutrina da Igreja.

Uma pessoa de mediano bom senso sabe separar o joio do trigo e interpretar com Justiça todas essas questões. Diremos mais uma vez: “QUI AURES HABET AUDIET” (Quem

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"O Homem inventou a máquina. A máquina, agora, quer fabricar homens. E se um dia saírem homens do ventre das usinas, também os úteros das mulheres gerarão homens-máquinas, sem coração, sem afeto, meros aparelhos de produção..."

Plínio Salgado.