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quarta-feira, 16 de maio de 2012

COMO OS COMUNISTAS CHEGAM AO PODER POR MEIO DA CORRUPÇÃO DO GÊNERO HUMANO.



Essa postagem é para todos aqueles que acreditam no comunismo e suas mentiras. Fica o alerta, diante dos próprios ensinamentos de Lênin o quão bárbaro é a política comunista! Leia, divulgue, debata, o perigo do comunismo ainda está presente em cada região de nossa nação.


Devemos como patriotas nos desfazer de tudo que for ligado ao comunismo, sociedades com ensinamentos secretos e separatistas! 
"DECÁLOGO", escrito por LÊNIN, em 1913, apresentando ações táticas para a tomada do Poder. 

1.. Corrompa a juventude e dê-lhe liberdade sexual; 

2.. Infiltre e depois controle todos os veículos de comunicação de massa;

3.. Divida a população em grupos antagônicos, incitando-os a discussões sobre assuntos sociais; 

4.. Destrua a confiança do povo em seus líderes;

5.. Fale sempre sobre Democracia e em Estado de Direito, mas, tão logo haja oportunidade, assuma o Poder sem nenhum escrúpulo; 

6.. Colabore para o esbanjamento do dinheiro público; coloque em descrédito a imagem do País, especialmente no exterior e provoque o pânico e o desassossego na população por meio da inflação; 

7.. Promova greves, mesmo ilegais, nas indústrias vitais do País; 

8.. Promova distúrbios e contribua para que as autoridades constituídas não as coíbam; 

9.. Contribua para a derrocada dos valores morais, da honestidade e da crença nas promessas dos governantes. Nossos parlamentares infiltrados nos partidos democráticos devem acusar os não comunistas, obrigando-os, sem pena de expô-los ao ridículo, a votar somente no que for de interesse da causa socialista;

 10.. Procure catalogar todos àqueles que possuam armas de fogo, para que elas sejam confiscadas no momento oportuno, tornando impossível qualquer resistência à causa.


E agora você vai continuar parado ai enquanto nossos líderes, e diversos grupos no Brasil afirmam ser comunistas e simpatizantes dessa causa. Não pense que isso não tem nada haver com você, pois têm sim. Têm haver com seus filhos, com sua família, com o quê é ensinado para seus filhos em sala de aula. O comunista é um perigo presente aqui e agora!
Lute pela propriedade privada de bens, lute pelo seu direito de ser livre, pois com o comunismo não há liberdade, não existe você, somente existe o estado ateu e totalitário!

Você quer saber mais?




Duas datas esquecidas


Princesa Isabel, assinando a Lei Áurea.

No último dia 11 de Maio, celebramos o 74º aniversário do Levante de 11 de Maio de 1938, única reação armada de vulto contra a ditadura estadonovista de Getúlio Vargas, e, no último dia 13 de Maio, por seu turno, celebramos o 124º aniversário da assinatura, pela Princesa Isabel, então Regente do Império, da Lei Imperial n.º 3.353, de 13 de Maio de 1888, mais conhecida como Lei Áurea, por ter sido assinada com pena de ouro, dada à Regente do Império por grupo de abolicionistas encabeçado por José do Patrocínio.

O Levante de 11 de Maio, cujo principal ato foi o ataque ao Palácio Guanabara, a despeito de precipitado e à revelia dos líderes do amplo movimento que ora se formara em prol da deposição do ditador, se não tirano, Getúlio Vargas, deve ser sempre recordado como um heróico ato de um pugilo de autênticos patriotas e nacionalistas na acepção integral, sadia e edificadora do vocábulo, e cujos mortos, a maioria fuzilada pelo criminoso Benjamim Vargas, irmão do ditador, devem ser reverenciados como lídimos mártires do Brasil Profundo, Autêntico e Verdadeiro. E que fique registrado que esses legionários de Deus, da Pátria e da Família não atacaram, naquela madrugada, o Palácio Guanabara para matar Vargas, como afirmam alguns adeptos da falsa religião marxista travestidos de historiadores, mas sim para depô-lo e prendê-lo. Ademais, cumpre assinalar que entre os atacantes do Palácio, todos Integralistas, com exceção do covarde Severo Fournier, que dali acabou fugindo, se encontravam o chamado “Almirante Negro” João Cândido, principal líder da denominada Revolta da Chibata, de 1910, e o Príncipe D. João Maria de Orleans e Bragança, neto da Princesa Isabel, que, aliás, residira, por vários anos, no Palácio Guanabara, de que era proprietária.     

O Integralismo Vigia! Jamais esqueceremos o 11 de maio de 1938.

Já o 13 de Maio marca

Contextualização da Literatura Integralista


 


Autor: Sergio de Vasconcellos

No seu famoso discurso de Despedida do Parlamento, Plínio Salgado, reconheceu que sua Obra estava esparsa e desconexa e urgia sistematizá-la[1]. De fato, tendo o Movimento Integralista, desde a sua Fundação em 1932, se lançado na luta pela emancipação material, intelectual e moral do Povo Brasileiro, a exposição sistemática de nossa Doutrina ficou prejudicada. No entanto, o Integralismo é um genuíno e completo Sistema Filosófico, apesar de aos olhos de muitos aparecer apenas como uma mera ideologia política, o que está longe de ser verdadeiro.

Toda a Literatura Integralista, infelizmente, ressente-se de uma ambivalência, isto é, a exposição Doutrinária vem sempre acompanhada de elementos práticos e programáticos, ditados pelas circunstâncias históricas, ou, em outras palavras, toda Obra Integralista tem, simultaneamente, uma parte essencial e imutável – a Doutrina Integralista propriamente dita -, e outra acidental, resultante da interação da Doutrina do Integralismo com a ambiência, com a conjuntura nacional e internacional, enfim, é inalterável no seu sentido estritamente teórico e mutável e modificável no restante.

Consequentemente, toda Obra Integralista deve ser tida como uma síntese provisória e incompleta da Doutrina Integralista, e cujo conteúdo foi em grande parte determinado por circunstâncias supervenientes e pelas necessidades políticas do nosso Movimento.

Acrescente-se ainda outra dificuldade: A Literatura Integralista via de regra aborda temas inusuais, ou, quando trata de assuntos da ordem do dia, a abordagem é sempre por um ângulo diferente daquele proposto pelos ideólogos burgueses (liberais e marxistas). Ora, como a maioria dos Brasileiros só sabe aquilo que a mídia burguesa difunde, isto significa que nada sabe da Verdade, não tendo autonomia, num primeiro momento, para entender o Integralismo.

Assim, quando um não Integralista ou mesmo um neófito Integralista se aproximar da nossa Literatura  deverá  ter em mente que:

1º O Integralismo é uma Doutrina autenticamente Revolucionária, totalmente diferente de tudo aquilo que conhece ou supõe conhecer.

2º Em  qualquer Livro ou Texto Integralista, paralelamente a exposição Doutrinária, de valor permanente, existe uma parte transitória, valida tão somente para o período em que foi proposta, e que para nós tem um valor histórico e, é claro, como exemplo do emprego do Método Integralista para a solução de problemas nacionais e internacionais.

Portanto, não distinguir – por ignorância, má-fé ou parcialidade ideológica -  o que é perene do que é perecedouro na Literatura Integralista é a matriz de todos os erros no entendimento e interpretação da Doutrina do Integralismo.  Ontem ou hoje, a nossa Doutrina está sempre inserida em determinado contexto, e ignorar tal fato só pode gerar incompreensão, histórica e doutrinária. Fique claro que não estou relativizando a Doutrina Integralista, pelo contrário, a exata contextualização da Literatura Integralista previne contra qualquer relativismo doutrinário. O relativismo, em qualquer feição que assuma, é a antítese do Integralismo.  Enfim, por incompatível com a própria noção de Integralismo, deve-se evitar a unilateralização no estudo de nossa Doutrina, pois, a despeito das deficiências expositivas, ou apreendemos o Integralismo como um Sistema Filosófico completo ou nada entenderemos do que realmente é o Sigma. 

[1] SALGADO, Plínio. Despedida do Parlamento. Brasília: Câmara dos Deputados, 1976; p. 3. Lamentavelmente, o Chefe Nacional não atingiu tal desiderato.  Uma exposição sistematizada do Integralismo, portanto, ainda, está por ser feita. O Companheiro Gumercindo Rocha Dorea, um dos mais autorizados conhecedores do Integralismo, acalenta o projeto de elaborar a “Súmula Integralista”, justamente para preencher tal lacuna.

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"O Homem inventou a máquina. A máquina, agora, quer fabricar homens. E se um dia saírem homens do ventre das usinas, também os úteros das mulheres gerarão homens-máquinas, sem coração, sem afeto, meros aparelhos de produção..."

Plínio Salgado.