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sábado, 24 de março de 2012

Puma Punku: A Misteriosa Porta do Puma do Lago Titicaca.

Autor: Leandro CHH do Blog Construindo História Hoje.

Mais de um milênio antes dos Incas criarem um império nas vastas montanhas dos Andes, na América do Sul na Bolívia, Tiahuanaco surgiu como um importante centro da vida política, econômica, religiosa na margem Sul do Lago Titicaca.

As ruínas de Puma Punku, próximas de Tiahuanaco, (América do Sul) estão entre as mais interessantes e misteriosas do Mundo, superam até mesmo as Pirâmides de Gizé, se levarmos em conta o nível de especialidade e refino no tratamento de pedra altamente resistente verificas ali.

Parece ser o resto de um grande cais no Lago Titicaca e parte de um de um grande edifício que desmoronou a pouco.

Puma Punku, também chamada Pumapunku ouPuma Puncu, é um sítio arqueológico composto de um grande complexo de templos e monumentos localizado em Tiwanaku, na Bolílvia . O nome Puma Punku é originário da língua Aymara e significa "A Porta do Puma". O complexo de Puma Punku consiste de esplanadas, templos, monumentos formados com pedras do estilo megalítico.

Um dos blocos de sua construção pesa cerca de 440 toneladas (o equivalente a cerca de 600 carros) e vários outros blocos, pesam entre 100 e 150 toneladas.

O sítio principal, possui 167 metros de comprimento e 116 metros de largura. A borda leste de Pumapunku é ocupada pela “Plataforma Lítica”, um terraço de pedra de 6,75 por 38,72 metros de dimensão. Este terraço é pavimentado com múltiplos blocos de pedra enormes. A Plataforma Lítica contém a maior pedra encontrada em todo o sítio arqueológico de Puma punku e Tiahuanaco. Baseada nas propriedades da rocha cuja qual foi extraída, e estimada que essa única pedra possua 131 toneladas.

Bloco de pedra esculpido em Puma Punku. Filete preciso de 6 mm de largura com furos eqüidistantes.

O núcleo das construções em Puma Punku consiste de argila enquanto o acabamento consiste de areia e pedregulhos. Escavações no sítio de Puma Punku documentaram a existência de três épocas distintas de construção além de pequenas reformas e remodelagens ocorridas em outras épocas.

Durante seu apogeu, acredita-se que Puma Punku era um local "incrivelmente maravilhoso" adornado com placas de metal polido, cerâmicas de cores brilhantes e ornamentado com quadros e peles, frequentado por sarcedotes e pela elite, que se vestiam com roupas cerimoniais e joias exóticas. A compreensão da natureza deste complexo arqueológico ainda é limitada, devido à sua antiguidade, a falta de provas escritas, e o atual estado de elevada deterioração, tanto pelo desgaste natural mas também devida a depredação causada por visitantes e saqueadores.

A chamada Porta do Sol, vista na parte de trás. Esculpida em rocha extremamente dura.Possivelmente era uma parte de um grande muro.

Determinar a idade do complexo de Puma Punku tem sido o foco de pesquisadores desde a descoberta deste sítio arqueológico. Como notado pelo especialista Andino, o professor de Antropologia W. H. Isbell, determinou através do teste com rádio carbono que a camada mais antiga de construção ocorreu entre os anos de 536 a 600 D.C.

No entanto, olhando-se melhor estes blocos de pedra observa-se que foram fabricados com uma precisam magnifica para época.

Porém é em Puma Punku que é possível ver o avançado sistema de corte de blocos. Analisem nas fotos a qualidade e a perfeição dos cortes. Alguns cientistas acreditam que as ferramentas básicas daquela época, estes tipos de cortes são praticamente impossíveis de se fazer. Por isso existe uma forte hipótese de que realmente esse povo já usava algum tipo de ferramenta avançada de corte, ou algum método que infelizmente ficou perdido no tempo....Será?

A primeira vista Puma Punku não imprenssiona. Parece apenas um monte de ruínas de uma velha pirâmide e um grande número de blocos megalíticos de pedras no chão, aparentemente derrubados por um terremoto devastador.

Concepção artística de Puma Punku em AutoCad por Alexei Vranich. (arqueólogo da Universidade da Pensilvânia, que está escavando um templo chamado Puma punku). “O templo era um local de importância religiosa e um centro de peregrinação. Vranich acredita que os arquitetos tiwanakus sabiam exatamente o que estavam fazendo quando ergueram o templo num local onde ele encobria a vista da montanha. “Eles sabiam que efeito isso teria”, diz ele. “Fazer o Illimani desaparecer! Essa foi uma das ilusões de ótica criadas aqui.”

Nas margens do lago Titicaca encontram-se ruínas de antigos templos e santuários, remontando a até 700 a.C. Os pesquisadores crêem que Tihanuaco foi um desses centros religiosos. Mas, no século 6, talvez devido à importância do lago Titicaca na mitologia andina ou ao poder político do povo local, a cidade tornou-se um centro de peregrinação. Para chegar ali muitos viajavam longas distâncias, atravessando as águas verdes do lago em jangadas de bambu.
~Monte Illimani ao fundo na foto atinge seus 6.462 m de altitude e parece pequeno diante do Lago Titicaca que já está ha 4.000 m do nível do mar.

Depois, de rumar para o leste, caminhando pelas planícies relvadas do altiplano rumo aos picos azulados dos Andes, sempre cobertos de neve. “Durante essa jornada, o mais alto desses picos, o monte Illimani, devia atraí-los como um farol”, diz Vranich. “O Illimani era a montanha mais sagrada para essas populações. Segundo sua religião, para lá iam seus antepassados depois da morte.”

Só quando se sobe o último lance de escada e se chega ao alto do templo, um teto plano, é que a montanha reaparece, toda azul e branca, com seu brilho esplendoroso. "Agora olhe em volta", diz Vranich. "O Illimani está bem a nossa frente; o lago Titicaca, atrás de nós. Na cosmologia andina, estamos realmente num local entre o céu e a terra."

Autor: Leandro CHH

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http://www.archaeology.org/interactive/tiwanaku/project/pumapunku1.html

http://repository.upenn.edu/dissertations/AAI9926211/

http://repository.upenn.edu/dissertations/AAI9926211

http://proquest.umi.com/pqdlink?Ver=1&Exp=03-23-2017&FMT=7&DID=733961491&RQT=309&attempt=1&cfc=1


“Resposta da Prefeitura de São Bento de Sapucaí – SP sobre a retirada do letreiro e busto de Plínio Salgado da Biblioteca Municipal”

Prezados leitores do blog Populista, informo aos senhores que no dia 23 de março recebi, através de e-mail do Secretario de Gabinete e Administração da Prefeitura de São Bento de Sapucaí – SP, resposta referente ao letreiro e busto de Plínio Salgado, que tinham sido retirados inadvertidamente da Biblioteca Municipal, e denunciado pelo Vereador Prof. Hermes Rodrigues Nery - PHS, durante seção da Camará de Vereadores, conforme demonstra o link: www.camarasbs.sp.gov.br/vereadores/altino/requerimentos_executivo/007-2011.pdf

Segue abaixo a resposta:

Caro Guilherme, boa tarde.
Informo-lhe que o busto de Plínio Salgado encontra-se em perfeitas condições e cuidados onde sempre esteve, ou seja, no hall da Biblioteca Municipal. Qualquer outra informação, favor entrar em contato.

Grato, Gilberto Secretario de Gabinete e Administração.

Outrossim, é importante esclarecer que solicitei ao Sr. Secretario uma nota oficial da Prefeitura, bem como um registro fotográfico demonstrando não só a população de São Bento de Sapucaí, mas a de todo o Brasil, que esta peça histórica se encontra em seu devido lugar, além de sugerir que o Município homenageie o escritor Plínio Salgado com o nome de um logradouro, já que sua história está entrelaçada com a da região, e esta justa homenagem ainda não foi realizada, diferente de outras cidades pelo Brasil, tais como Minas Gerais, Rio de Janeiro e Paraná.

Você quer saber mais?

http://historia-do-prp.blogspot.com.br/2012/03/resposta-da-prefeitura-de-sao-bento-de.html

http://historia-do-prp.blogspot.com.br/2012/03/letreiro-e-busto-de-plinio-salgado-sao.html

http://osigmareluzente.blogspot.com.br/2012/03/letreiro-e-busto-de-plinio-salgado-sao.html

http://construindohistoriahoje.blogspot.com.br/2012/03/letreiro-e-busto-de-plinio-salgado-sao.html

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"O Homem inventou a máquina. A máquina, agora, quer fabricar homens. E se um dia saírem homens do ventre das usinas, também os úteros das mulheres gerarão homens-máquinas, sem coração, sem afeto, meros aparelhos de produção..."

Plínio Salgado.