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sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

O NASCIMENTO SANTO DE JESUS CRISTO.

Tanto Mateus como Lucas concordam em declarar inequivocadamente que Jesus nasceu de uma mãe virgem, sem a intervenção de pai humano, e que Ele foi concebido pelo Espírito Santo (v. 18; Lc 1.34,35). A doutrina do nascimento virginal de Jesus, de há muito vem sendo atacada pelos teólogos liberais, é inegável, no entanto, que o profeta Isaías vaticinou a vinda de um menino, nascido de uma virgem, que seria chamado “Emanuel”, um termo hebraico que significa “Deus conosco”. (Is 7.14). Essa predição foi feita 700 anos antes do nascimento de Cristo. A palavra “virgem” é a tradução correta da palvra grega parthenos, empregada na Septuaginta, em Is 7.14.

A palavra hebraica significando “virgem” (almah), empregada por Isaías, designa uma virgem em idade de casamento, e nunca é usada no AT para qualquer outra condição da mulher, exceto a da virgindade. Daí, Isaías, Mateus e Lucas afirmarem a virgindade da mãe de Jesus. É de toda importância o nascimento virginal de Jesus. Para que o nosso Redentor pudesse expiar os nossos pecados e assim nos salvar, Ele teria que ser numa só pessoa, tanto Deus como homem impecável (Hb 7.25,26). O nascimento virginal de Jesus satisfaz essas duas exigências.

A única maneira de Ele nascer como homem era nascer de uma mulher. A única maneira de Ele ser um homem impecável era ser concebido pelo Espírito Santo (Hb 4.15). A concepção de Jesus, portanto, não foi por meios naturais, mas sobrenaturais, daí, “O Santo, que de ti nascer, será chamado Filho de Deus” (Lc 1.35). Por isso, Jesus Cristo nos é revelado como uma só Pessoa divina, com duas naturezas: divina e humana, mas impecável.

Por ter vivido como ser humano, Jesus se compadeceu das fraquezas do ser humano ( Hb 4,15,16). Como o divino Filho de Deus, Ele tem poder para libertar o ser humano da escravidão do pecado e do poder de Lúcifer à estrela caída (At 26.18; Cl 2.15; Hb 2.14; 4.14,15; 7.25). Como ser divino e também homem impecável, Ele preenche os requisitos como requisitos como sacrifício pelos pecados de cada um, e também como sacerdote, para interceder por todos os que por Ele aproximam-se de Deus (Hb 2.9-18; 5.1-9; 7.24-28; 10.4-12).

Por causa de sua concepção milagrosa, Jesus será “o Santo”, ou seja: Ele não terá qualquer mácula do pecado. Em Jesus Deus tornou-se ser humano com a mesma natureza do homem, mas sem pecado. Este é o postulado básico da encarnação: Cristo deixou o céu e experimentou a condição da vida e do ambiente humanos ao entra no mundo pela porta do nascimento humano.

Cristo não foi criado; Ele é eterno, e sempre esteve em comunhão amorosa com o Pai e com o Espírito Santo. Cristo é a personificação da verdadeira vida. Sua vida era a luz para todos a verdade de Deus, sua natureza, propósito e poder tornam-se disponíveis a todos por meio dEle.

O Construindo História Hoje deseja a todos os seus leitores um abençoado Natal. Que se prolongue por todos os dias do ano que se iniciará, através do nascimento de Cristo Jesus em nossos corações.

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BÍBLIA. Português. Bíblia de Estudo Pentecostal. Tradução: João Ferreira de Almeida. Ed. rev. Corrigida, São Paulo: Ed. CPAD, 1995.

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"O Homem inventou a máquina. A máquina, agora, quer fabricar homens. E se um dia saírem homens do ventre das usinas, também os úteros das mulheres gerarão homens-máquinas, sem coração, sem afeto, meros aparelhos de produção..."

Plínio Salgado.