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sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Crepúsculo da Civilização

Há um sentido de vida, que é novo, e que precisamos decifrar.

Fala-se geralmente num crepúsculo da civilização. Eu prefiro falar num crepúsculo da Humanidade.

Não é uma civilização que está terminando o seu ciclo: é uma Humanidade que está em face de outra Humanidade. Não é um sistema econômico que está isoladamente em jogo: é um senso de vida, de concepção cósmica. Não se trata de rumos políticos, mas de algo mais profundo, de que dependem os rumos políticos.

Temos, diante de nós, problemas morais, culturais, multiplicando-se em problemas pedagógicos, estéticos, jurídicos e administrativos. E todos esses problemas não podem ser tratados segundo a mentalidade das civilizações extintas, mas segundo o sentido de uma época que se desdobra em novos planos e novas finalidades.

Você quer saber mais?

SALGADO, Plínio. A Quarta Humanidade. São Paulo, Ed. Das Américas, 1957.

http://construindohistoriahoje.blogspot.com/2010/07.html

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"O Homem inventou a máquina. A máquina, agora, quer fabricar homens. E se um dia saírem homens do ventre das usinas, também os úteros das mulheres gerarão homens-máquinas, sem coração, sem afeto, meros aparelhos de produção..."

Plínio Salgado.