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terça-feira, 26 de abril de 2011

O Colosso de Rodes

Foram necessários 12 anos para construir a estátua

A palavra “colosso” não dá nome a uma das Sete Maravilhas da Antiguidade por acaso. Estátua de Hélios, o deus grego do Sol, o Colosso de Rodes tinha 32 metros de altura, o mesmo que um prédio de dez andares. O monumento foi construído para comemorar a vitória dos gregos da ilha de Rodes contra o rei macedônico Demétrio I, que tentou invadi-la em 305 a.C. A estátua levou provavelmente 12 anos para ficar pronta – sua construção começou em 294 a.C. O escultor Chares, da cidade de Lindos, idealizou o projeto usando como referência outras estátuas do mesmo deus. Todo feito em bronze, o monumento foi erguido nas proximidades do porto e permaneceu em pé pouco tempo, até 225 a.C., quando um terremoto o destruiu. Ali ficou em ruínas até que os árabes invadiram Rodes, no ano de 654, desmontaram as peças quebradas e as venderam.
Vida breve

Monumento ficou em pé menos de 60 anos.

1. Pé no mármore

O Colosso foi construído sobre uma base de mármore de 3 metros de altura. As primeiras partes a serem fixadas da estátua, claro, foram os pés, que eram ocos, e os tornozelos. De acordo com relatos do matemático Philon de Bizâncio, 8 toneladas de ferro foram usadas na construção – as vigas do material sustentavam a estrutura interna.

2. Caneleira de pedra

A estrutura da estátua era também mantida por colunas de pedra, que envolviam as vigas de ferro das pernas. Cada um dos pilares de pedra tinha cerca de 1,5 metro de diâmetro. O escultor queria evitar que o Colosso perdesse o equilíbrio e tombasse – por isso adicionou mais peso às porções mais baixas da estátua.

3. Montanha artificial

Para facilitar a construção, os operários fizeram rampas de terra e madeira ao redor da estátua. Cerca de 13 toneladas de bronze foram usadas no revestimento do monumento. Cada placa de bronze tinha que ser cuidadosamente fundida e martelada no formato certo. Elas eram então levadas até a posição correta na estátua por cordas e um sistema de roldanas.

4. Ajuda dos inimigos

O ferro e o bronze utilizados na construção da estátua foram provavelmente obtidos com a fundição e venda dos armamentos deixados pelos inimigos na invasão frustrada. Há também a possibilidade de existirem na ilha minas de cobre, estanho (base para o bronze) e ferro – a maior parte deste material foi usada em vigas nas pernas do monumento e em barras diagonais colocadas a partir da barriga da estátua.

5. Braço de ferro

Partes ocas da estátua, como os braços, foram preenchidas com uma mistura de entulho e pedras. Embora não exista registro preciso sobre a aparência do Colosso, ele provavelmente segurava um manto com a mão esquerda, usava uma coroa e tinha a mão direita sobre os olhos (que representava o direcionamento de seus raios de luz).

6. Operário padrão

Por causa da altura do monumento, é provável que grande parte do bronze tenha sido esculpida nas rampas de terra construídas pelos operários. Não há registro sobre o número de trabalhadores – calcula-se que centenas foram contratados também com o dinheiro da venda dos armamentos e objetos abandonados pelos invasores.

7. Cabeça para fora

No final da construção, rampas tão altas quanto a cabeça do monumento foram erguidas – o restante da estátua ficou totalmente coberto pela terra. Quando a obra foi concluída, toda a terra teve que ser removida e o bronze foi limpo e polido pelos operários.

Maria Carolina Cristianini

Você quer saber mais?

http://www.unmuseum.org/colrhode.htm

http://www.civilopedia.com/historia/grecia/arquitectura/otros/el-coloso-de-rodas/

http://historia.abril.com.br/cultura/colosso-rodes-434984.shtml

http://noticias.terra.com.br/ciencia/interna/0,,OI2756682-EI295,00-Colosso+de+Rodes+ficava+em+montanha+e+nao+em+porto.html

Boletim Bandeira do Sigma. Abril de 2011. N.21 - Ano II.

Muito se fala da instabilidade social criada pela impunidade como matriz dos males que vivemos atualmente, tentando nos convencer, muitas vezes, que a solução para estas chagas esta no endurecimento do Código Penal Brasileiro, como único capaz de coibir praticas ilícitas nos trazendo paz e tranqüilidade. E certo que a sociedade vive carente de conceitos morais e éticos há muito tempo perdidos que eram passados pela sua Família, a ausência destes basilares conceitos tornam a convivência em sociedade um desafio. O aumento de barbarias em todo o Brasil se dá unicamente pela degradação da Família brasileira, ausente na maioria dos casos em tela atualmente. Uma possível rigidez no Código Penal Brasileiro e Código de Processo Penal, funciona como aspirinas, não resolvendo e agravando o problema a longo prazo. Sem uma política de valorização da Família e readaptação do apenado, se cria criminosos mais violentos e incontroláveis, se tornando bombas relógios prontas a explodir a qualquer momento. O Integralismo já nos anos 30 preconizava a valorização da Família, base da felicidade na terra, como única capaz de criar um cidadão consciente dos seus direitos e deveres. Que sendo para o Integralismo, a Família é a primeira e mais importante das instituições sociais, pois, que , por sua natureza ao mesmo tempo biológica e moral, é o nascedouro da vida social e o repositório de suas mais importantes tradições, portanto para o Integralismo nenhuma instituição tem maior importância do que a Família. No mês de abril, a sociedade brasileira acompanhou com angustia a barbaria ocorrida no bairro de Realengo, no Rio de Janeiro. Este acontecimento só comprova a falta que a figura familiar faz. Infelizmente o rapaz que cometeu tamanha atrocidade não possuía uma família presente, tentando suprir esta ausência nas formas mais torpes possíveis, criando uma vida psicótica com delírios que levaram a cume esta tragédia. O boletim Bandeira do Sigma, através do seu editorial, presta homenagem as vítimas da Escola Municipal Tasso da Silveira e aos policiais que atuaram com bravura durante o ocorrido. Por fim, deseja aos alunos que ainda se encontram hospitalizadas uma rápida recuperação para que possam o mais breve possível voltar a convivência dos seus familiares.

Autor: Jorge Figueira

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Boletim Bandeira do Sigma. Abril de 2011. N.21 - Ano II

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"O Homem inventou a máquina. A máquina, agora, quer fabricar homens. E se um dia saírem homens do ventre das usinas, também os úteros das mulheres gerarão homens-máquinas, sem coração, sem afeto, meros aparelhos de produção..."

Plínio Salgado.