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terça-feira, 29 de março de 2011

A Vila Adriana em Tivoli.

A arte romana dos tempos do imperador Adriano, que reinou de 117 a 138, deixou monumentos imperecíveis como o Panteão (por ele reconstruído) e o Mausoléu de Adriano (hoje Castelo de Sant’Angelo), em Roma, e, perto dessa cidade, em Tivoli, a Vila Adriana, um dos mais belos conjuntos que nos legou a Antiguidade. Após as escavações, encontram-se ali ruínas de um complexo inigualável, para o estudo, meditação, lazer, tudo o que compõe uma vida refinada: Palácio, Palestra, Teatro Grego, Ninfeu, Biblioteca Latina, Biblioteca Grega, Sala dos Filósofos, Estádio, Academia, Termas, Praça de Ouro, Templo de Serape e o Canopo, que vemos na gravura, no qual se reproduziu um santuário egípcio.

Você quer saber mais?

“Grandes Monumentos da Humanidade”. In. Novíssima Enciclopédia Delta- Larousse. Rio de Janeiro: Ed. Delta S.A, 1981.

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CAMPANHA INTEGRALISTA “O NIÓBIO É NOSSO!”

Minério de Nióbio

Nióbio, elemento de alto desempenho, serve a diversas atividades e as mais variadas funções. Encontramos produtos a base deste em pontes, aparelhos de ressonância magnética, aviões, foguetes espaciais, dutos de transporte de petróleo, carros e até tintas tendo a UFRJ solicitado patente internacional da mesma. Próteses poderão ser preparadas com este elemento químico que por ser leve, refratário, biocompatível (como o titânio e a platina), supercondutor e anticorrosivo e dar aos aços especiais resistência mecânica e tenacidade serve a mais variada gama de produtos.

E com o novo processo de extrusão criado por engenheiros da Universidade da Pensilvânia este poderá servir a muitos mais. E quem detém as maiores jazidas deste mineral? O Brasil.

Só o Brasil e o Canadá, até agora, possuem jazidas conhecidas deste material, mas 97% do que o mundo utiliza sai das minas de Araxá em Minas Gerais ou Catalão em Goiás.E o que está sendo feito deste? Estamos vendendo o nosso Nióbio a preço de banana.

Mais uma vez estão espoliando o nosso país com a anuência do governo que para conseguir vantagens agora deixa que consumam anualmente 37.000 toneladas deste mineral de suma importância para o mundo sem agregar nenhum valor a ele. Vendemos “in natura” o que poderíamos beneficiar e vender como os mais variados produtos. Mais uma vez nosso governo age contra nós para que nossos governantes, no mínimo, recebam milhões para suas campanhas quando deveriam procurar aumentar nosso parque industrial-tecnológico gerando empregos mais bem remunerados que os ligados ao extrativismo do que eles chamam “commodities”. Mais uma vez o governo da mostras de sua má fé no que tange a transformar o Brasil em uma potência. Temos tudo que uma nação necessita para não depender de nenhuma outra para crescer mas não exploramos nosso potencial por nosso governo aceitar se subjugar ao capital. Antes éramos explorados pela nossa elite. Atualmente temos que sustentar as elites de todos os outros países. Quando vamos ter um governante com coragem para enfrentar o nosso gargalo; corruptos. O único entrave ao nosso desenvolvimento.

Autor: Carlos Eduardo Fernandes Teixeira

Fonte: Artigo publicado no boletim Informativo Integralista "Bandeira do Sigma", fevereiro, 2010, n°19, pág.4, Ano II.

*Para divulgar a campanha a direção fluminense da Frente Integralista Brasileira através do seu Presidente Jorge Figueira solicitou a confecção de dois mil adesivos para serem distribuídos gratuitamente entre os Integralistas e simpatizantes pelo Brasil. Os companheiros que desejarem adquirir o adesivo deverão enviar endereço e nome completo para o e-mail: Sergio.vasconcellos@integralismo.org.br

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A língua latina e sua formação histórica

Folha de rosto da primeira gramática portuguesa

“É de nossa convicção que o latim – aprendido como língua de cultura e através de textos com interesse atual – é indispensável para a formação de um tipo de homem empenhado em compreender-se a si e aos outros, por considerar como valores maiores os espirituais e os humanos.”

Maria Ana Almendra

O latim era a língua falada no Lácio (latium), região da Itália central, onde, em meados do século VIII a.C., foi fundada a cidade de Roma. Havia um estreito parentesco entre o latim e dois outros idiomas falados, antigamente, na Península Itálica: o osco, língua do Sâmnio (Samnium) e da Campânia (Campania), e o umbro, língua da úmbria (Umbria). A grande semelhança entre esses três idiomas fez supor a existênica de uma língua única, a qual se convencionou denominar “itálico” e que teria dado origem a eles.

Por outro lado, o confronto de raízes vocabulares existentes no latim com raízes de palavras pertencentes a algumas das antigas línguas faladas na Índia, na Pérsia, na Grécia, na Gália, na Germânia e em outras regiões, bem como certa semelhança entre as estruturas gramaticais de tais línguas, permitiram aos estudiosos formular a hipótese da existência de uma língua primitiva que teria gerado esses idiomas. Deu-se o nome de “indo-europeu” a essa hipotética língua-mãe.

Supõe-se que o indo-europeu foi falado por um povo que se dispersou, por razões até hoje desconhecidas, alguns milênios antes de Cristo, espalhando-se pela Europa e pela Ásia.

A dispersão do povo acarretou profundas modificações lingüísticas no idioma, inicialmente uno. O indo-europeu dividiu-se em numerosas línguas, cada uma das quais gerou posteriormente outros tantos idiomas. Essas línguas forma agrupadas, pela proximidade lingüística, em diversos ramos: itálico. Helênico, céltico, germânico, báltico, eslavo, indo-irânico e outros. Muitas dessas línguas acham-se extintas ou mortas. As remanescentes são faladas em grande parte do mundo e em algumas regiões do Oriente.

Regiões onde são faladas línguas de origem românicas

A origem latina da língua portuguesa

Português (galego-português até ao séc. XIV), espanhol e catalão, francês e provençal, reto-romano, italiano e sardo, romeno são línguas românicas, neolatinas ou novilatinas.

Todas elas resultaram da lenta trnasfomação do latim vulgar, ou antes, dos latins vulgares, já diferenciados porque introduzidos em épocas diferentes, falados nas várias regiões do império romano.

Em grande parte da Europa, durante séculos, os Romanos organizaram, administraram, construíram estradas e escolas, estimularam indústrias e trocas comerciais; e os mercadores, vendedores ambulantes, marinheiros, soldados, funcionários mantinham com os natruais um contato permanente. Estes acabaram por aprender a língua daqueles e também, por sua vez, a ensinaram.

Divisão do dia para os romanos

No séc. V, o império está decadente. Nas várias regiões, praticamente entregues a si próprias, e, por isso isoladas, as diferenças lingüísticas acentuam-se. Ao lado de fenômenos generalizados, surgem os fenômenos locais.

Dentro em pouco, os habitantes de regiões afastadas deixarão de usar o mesmo “código” e, portanto, de se compreender.

E assim se vão formando línguas diferentes, embora aparentadas.

É a língua falada que da origem a novas línguas

Divisão do Tempo para os romanos (clique na imagem para ampliar).

A par do latim A clássico – sermo eruditus – existia a língua falada pelo povo – sermo uulgaris. Era um língua mais simples, que usava frases curtas e termos populares e que era considerada “incorreta”, mas assegurava uma comunicação mais fácil. Na passagem para as línguas românicas, acentuam-se nela tendências que já vinham de longe.

Portugal Romano. Português.

A data romana (clique na imagem para ampliar)

Na Península Ibérica, a romanização começou cedo – séc. II a.C. – e foi pr4ofunda, em virtude da importância militar e econômica de que a Hispânica se revestia.

Teve um aspecto culto, pois foram seus agentes, além dos soldados e funcionários, famílias de origem romana, que vieram estabelecer-se em centros importantes.

Em Portugal, a presença romana está assinalada de norte a sul.

Cortado de estradas que ligavam Emerita (Mérida) – capital da Lusitânia – aos centros mais importantes como Olisipo, Scallabis, Bracara, Ebora, Pax Julia, são nele inúmeros os vestígios dessa presença – mosaicos, moedas, cerâmicas, restos de uillae, sinais do que ainda está por descobrir.

Você quer saber mais?

ALMEIDA, Napoleão Mendes de . Gramática Latina, São Paulo: Ed. Saraiva, 2000.

CARDOSO, Zelia de Almeida. Iniciação ao Latim. São Paulo: Ed. Ática, 1999.

WILLIAMS, Edwin B. Williams. Do Latim ao Português. Rio de Janeiro: Ed. Tempo Brasileiro, 2001.

ALMENDRA, Maria Ana; FIGUEIREDO, José Nunes de. Compêndio de Gramática Latina. Porto: Porto Editora, 1996.

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"O Homem inventou a máquina. A máquina, agora, quer fabricar homens. E se um dia saírem homens do ventre das usinas, também os úteros das mulheres gerarão homens-máquinas, sem coração, sem afeto, meros aparelhos de produção..."

Plínio Salgado.