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segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

A HISTÓRIA DO JOGO DE XADREZ.

Jogo apontado em geral como o mais intelectual dos praticados no mundo. Em seus movimentos, lembra a figuração de táticas militares, e o objetivo único é a “morte do rei, através de uma jogada que se generalizou para representar imposições indefensáveis: o xeque-mate, do persa shah mat (“rei morto”).

O xadrez é de origem muito antiga, que se atribui tanto ao Rei Salomão como aos sábios mandarins contemporâneos de Confúcio. Foi através da Pérsia que chegou à Europa, espalhando-se então por todo o mundo e adquirindo organização internacional, que se encontra sob direção superior da Fédération Internationale des Échecs, com sede em Estocolmo, na Suécia.

No Brasil, o xadrez existe desde 1808, quando D. João VI ofereceu à Biblioteca Nacional, no Rio de Janeiro, um exemplar do primeiro trabalho impresso sobre a matéria, de autoria de Lucena. Data de 1880 a realização do primeiro torneio oficial. No âmbito nacional, esse jogo é orientado pela Confederação Brasileira de xadrez, que congrega as federações dos clubes estaduais. Na capital do Estado de São Paulo, o xadrez está oficializado como ensino desde 1960, mediante decreto que instituiu no curso municipal as séries funcionais de administrador, instrutor e secretário-bibliotecario.

Você quer saber mais?

Benton, Hemingway Helen. Encyclopaedia Britannica Editores Ltda, Rio de Janeiro, 1975.

Fédération Internationale des Échecs

http://www.fide.com/

Confederação Brasileira de xadrez

http://www.cbx.org.br/

A AÇÃO MULTIFORME DAS TREVAS

O espírito do mal não declara abertamente o que pretende destruir. Finge-se moralista, fala a linguagem do pansexualismo freudiano, pregando a libertação dó indivíduo dos recalques que diz perniciosos à saúde. Finge-se salvador das classes oprimidas nas quais destila o ódio, que nada constrói. Diz-se até defensor da religião, por cuja liberdade afirma bater-se e assim consegue de muitos perigosa complacência. Anuncia-se o grande libertador: liberta os filhos do respeito aos pais e os pais das obrigações perante os filhos; os cônjuges da fidelidade recíproca e dos laços do matrimônio; os ricos do dever de acudir aos pobres; e todos e cada um do amor do próximo e de Deus. É ele, o eterno rebelado, que entra nas vossas casas, sob a forma dos livros da literatura corrente — a brochura divulgadora da ciência barata, o romance a esvurmar misérias subjetivas contagiosas, a poesia dissimulando na decomposição expressional um subromantismo corruptor, o ensaio crítico, sociológico ou político, deitando o fumo da confusão, as revistas ilustradas exaltando o nudismo das estrelas de cinema e a exibição da alta sociedade a acender nas cabecinhas oxigenadas ou platinadas uma sede de luxo entontecedora.

É ele quem pontifica nos teatros, utilizando-se da técnica mais eficaz para impressionar o subconsciente com a sugestão de quadros e atitudes deletérios de que se vestem as teses de rótulo meritório; é ele quem prepara certos trechos de filmes cinematográficos de requintado realismo sincronizado contra o qual os espíritos mais fortes dificilmente conseguem reagir; é ele quem desenvolve o conceito da moral utilitária, baseada no falso direito da satisfação dos apetites individuais; é ele quem se erige em advogado dos direitos da mulher, pretendendo torná-la competidora ridícula do homem no exercício de atividades inadequadas, inspirando-lhe repúdio à proteção paterna ou conjugai, a fim de colocá-la, pelas condições fisiológicas que estruturam os peculiares instrumentos da sua sensibilidade, numa posição indefesa que a conduz à queda fácil, à degradação do espírito e do corpo e à escravização deprimente cujo epílogo é a disponibilidade compulsória e o desprezo geral quando soar o fim da mocidade e dos encantos físicos.

Você quer saber mais?

Salgado, Plínio. Primeiro Cristo, Editora Voz do Oeste/MEC, São Paulo, 1979.

http://www.integralismo.org.br

http://www.integralismo.blogspot.com

http://www.osigmareluzente.blogspot.com

http://www.construindohistoriahoje.blogspot.com

http://www.historia-do-prp.blogspot.com

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"O Homem inventou a máquina. A máquina, agora, quer fabricar homens. E se um dia saírem homens do ventre das usinas, também os úteros das mulheres gerarão homens-máquinas, sem coração, sem afeto, meros aparelhos de produção..."

Plínio Salgado.