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sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Soldado de Deus


Riofilme apresenta

Um filme de Sérgio Sanz

Um documentário que faz um retrato do que foi o integralismo e sua importância na vida política brasileira. O filme de Sergio Sanz traz importantes depoimentos de pessoas como Anita Prestes, Gerardo Melo Mourão, Antonio Carlos Vilaça, Leandro Konder, Muniz Sodré, entre outros grandes pensadores e pesquisadores.
Estréia nos cinemas do Rio de Janeiro em 28 de outubro.

Sinopse

Um olhar sobre nossos ombros. Umas vezes de soslaio, outras bem no olho da História. Um encontro com o Integralismo através do testemunho - palavras e gestos - de quem estabeleceu, viveu, ama, amou e deixou de amar seus princípios e práticas; de quem sempre o condenou, julgou, criticou; e de quem estuda os tempos em que o nacionalismo de direita mobilizou em torno de um milhão e filiou 500 mil pessoas em um país de cerca de 40 milhões e construiu o primeiro partido de massas do Brasil.

Gente como Miguel Reale (Doutor em Direito e ex-secretário de Justiça do estado de São Paulo), Nilza Perez de Rezende (advogada trabalhista e mulher mais importante na hierarquia do Integralismo), Gumercindo Rocha Dórea (editor dos livros de Plínio Salgado), Gerardo Melo Mourão (poeta), Arcy Lopes Estrella (criador do Centro Cultural Plínio Salgado), Padre Salgado Crispim (afilhado de Plínio salgado), Antonio Carlos Vilaça (escritor), Leandro Konder (filósofo), Luis Fernandes (cientista político), Muniz Sodré (Doutor em Comunicação e professor da UFRJ), Anita Prestes (historiadora e filha do líder comunista Luís Carlos Prestes), Alceste Pinheiro (jornalista e professor da UFF-RJ)

Orçado em R$ 245 mil, o documentário “Soldado de Deus” traz memórias emocionais e racionais que possibilitam a reflexão sobre a influência e a presença do Integralismo na história recente e no presente dos brasileiros.


Ao espectador, as conclusões...

80 min. - 2004 – documentário – 35mm – cor – livre

Apresentação do diretor

O Integralismo reuniu alguns dos mais brilhantes e importantes intelectuais brasileiros, na condição de lideranças, militantes ou simpatizantes. Apesar disso, o Cinema Brasileiro o tem tratado marginalmente, de passagem, sem se debruçar verdadeiramente sobre seu significado, sua história e o entranhamento de seus valores na sociedade atual.

O cinema, a televisão, a imprensa e os intelectuais não tocam no tema integralismo e Plínio Salgado ao nosso ver, já é o momento de trazermos a publico essa pagina da nossa historia e os homens que a escreveram que acreditamos ser de grande importância.

Alguns desses homens permaneceram fiéis aos seus princípios até o fim da vida e Alguns outros mantêm, nos dias de hoje, vivas as idéias essenciais do movimento, independentemente de explicitarem ou não seus símbolos, e contribuem para fazê-las chegar aos jovens, como o jurista Miguel Reale, o escritor Gerardo Mello Mourão, o editor Gumercindo Rocha Dórea.

Mas houve aqueles que, como D. Hélder Câmara e Santiago Dantas, tomaram outros rumos, embora mantivessem princípios que os haviam aproximado da Associação Integralista Brasileira. É assim que, no pensamento de D. Hélder, nos anos 70, estão contidos objetivos e propostas de seus escritos dos anos 30 e que a política externa propugnada por Dantas, nos anos 60 repousa em convicções nacionalistas.

Mesmo tendo posto na ilegalidade a AIB e perseguido e levado à prisão ou ao exílio seus principais membros e devotados militantes, o Estado Novo incorporou muitos dos princípios e métodos centrais da Doutrina Integralista. Busca institucionalizar o corporativismo, investe contra o poder dos governadores e das oligarquias regionais, molda a educação cívica nos modelos da AIB, entre outros aspectos.

O filme tem como objetivo, além de apenas reconstituir cinematograficamente a História do Integralismo, localizar a essência do pensamento que aproximou artistas e intelectuais do movimento e identificar os valores da civilização brasileira intrínsecos à doutrina integralista e as propostas da AIB que se consolidaram em nossa sociedade.

O que interessa ao filme é o permanente, o duradouro nas idéias do Integralismo, é identificar sua originalidade, sua essencialidade. Nossa atitude é a de oferecer, limpa, leqal e objetivamente, as idéias e argumentos de seus criadores, simpatizantes e continuadores. Não cabe a nós fazer um filme integralista nem muito menos um filme antiintegralista. Não acreditamos que qualquer dessas atitudes seja benéfica. Nos propomos permitir ao espectador julgar fatos e idéias e tomar suas próprias decisões. Sérgio Sanz

Sérgio Sanz - Filmografia

Sérgio Sanz começou no cinema como assistente de direção de Ruy Guerra, com quem trabalhou nos filmes “O cavalo de Oxumaré” (1960), “Os cafajestes” (1962), “Os Fuzis” (1964) e “Os Deuses e os Mortos” (1970). Ainda como assistente de direção, trabalhou com diretores como Paulo César Sarraceni, Fernando Campos e Flávio Tambelini.

Trabalhou como montador na trilogia documental “Cantos de trabalho”, de Leon Hirszman, no curta-metragem “Cruz e Sousa”, de Marcos Faria, além dos longas “Os Deuses e os Mortos”, de Ruy Guerra, e “Ladrões de Cinema” (1977), de Fernando Coni Campos.

Foi premiado com medalha de prata no Festival Internacional de Filmes de Publicidade, Nova York.

Em 1977, ganhou o prêmio Estácio de Sá, concedido pelo governo do Estado do Rio de Janeiro por sua relevância no cinema brasileiro.

Dirigiu entre outros o documentário “Caminho das Onças”, pelo qual recebeu, em 1998, os prêmios Kikito de Ouro de melhor filme 16mm, no Festival de Gramado, além do Prêmio Especial do Júri no Festival de Vitória e de Melhor Montagem no Festival de Recife.

Foi diretor do CTAv (Centro Técnico Audiovisual) por 2 períodos: de 1991 a 1997 e de 2003 a julho de 2005.

Atualmente, Sergio Sanz é Professor de Cinema na Universidade Gama Filho e da Escola de Cinema Darcy Ribeiro e se encontra em fase de pesquisa para seu próximo projeto, o documentário “Devoção”, sobre a mitologia e o sincretismo religioso do orixá Ogum, na igreja católica Santo Antonio.


O filme “Soldado de Deus”, que marca a estréia de Sergio Sanz na direção de longa-metragem, ganhou em 2005 o prêmio de Melhor Montagem na XXXII Jornada Internacional de Cinema da Bahia.

Ficha Técnica

Direção: Sérgio Sanz

Argumento e Roteiro: Sérgio Sanz e Luiz Alberto Sanz

Produção: Julia Moraes

Fotografia e câmera: Marcelo Guru Duarte

Montagem: Sérgio Sanz e Tiago Arakilian

Música: Charles Khan e Guilherme Hermolin

Narração: Nelson Xavier

Ano de Produção: 2004

Tempo de duração: 80 minutos – documentário – 35mm – mono - cor – livre.

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Distribuição:

Riofilme

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"O Homem inventou a máquina. A máquina, agora, quer fabricar homens. E se um dia saírem homens do ventre das usinas, também os úteros das mulheres gerarão homens-máquinas, sem coração, sem afeto, meros aparelhos de produção..."

Plínio Salgado.