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terça-feira, 12 de abril de 2011

O Ser Integralista: A distinção entre Ideologia e Doutrina

“Acima dos regimes, que tudo prometem, existe o próprio Homem, cuja personalidade cumpre preservar, e acima do Homem existe o seu Criador, para cujo seio devemos dirigir os nossos passos na terra, através de tão curta passagem por este mundo”. (Plínio Salgado).

Repetidas vezes, e com razão, fora afirmado por nós integralistas que o Integralismo não é uma ideologia tal como tantas outras, mas uma doutrina. É verdadeiramente um abismo que separa a ideologia de uma doutrina legítima sobretudo quando se considera o homem como Indivíduo (aquele que não pode ser dividido) enquanto ser dentre outros seres.

Para entender esta diferença é preciso ter em consideração a distinção de doutrina e da ideologia. A ideologia em seu aspecto fundamental passa a de certa forma ter independência dos sujeitos a que se refere no sentido de que é um conjunto de ideias que é criado por homens, evidentemente, mas cuja aplicação pouco depende do que o Homem (com a primeira letra maiúscula) seja de fato. Nisto se entende sendo a verdadeira distinção do Integralismo a qualquer Ideologia; o homem pode ser definível enquanto ente material, homem subsumido no gênero animal, porém indefinível em seu aspecto espiritual, uma vez que o homem é uma centelha do Ser Absoluto -como bem lembra Gustavo Barroso na obra O Espírito do Século XX.

Rafael Sandoval
Coordenador da Região Centro-Oeste e Presidente da FIB-DF

* Texto originalmente publicado em: Ação! N° 2, 2011. Pág. 3 - Suplemento Distrito Federal.

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http://integralismo.org.br/?cont=781&ox=83

http://historia-do-prp.blogspot.com/2011/04/plinio-salgado-e-eduardo-gomes-juntos.html

http://integralismo.blogspot.com/2011/04/democracia-integral.html

http://noticiasdosigma.blogspot.com/2011/04/n-2-de-acao.html

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"O Homem inventou a máquina. A máquina, agora, quer fabricar homens. E se um dia saírem homens do ventre das usinas, também os úteros das mulheres gerarão homens-máquinas, sem coração, sem afeto, meros aparelhos de produção..."

Plínio Salgado.