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domingo, 13 de fevereiro de 2011

Concepção do estado Integralista de Olbiano de Mello – 1935. Conheça esse exemplar raríssimo.

Capa do Livro Concepção do Estado Integralista de Olbiano de Mello

(...) O instincto de conservar o próprio ser e o de desenvolvê-lo o mais possível. Foi a necessidade de segurança para o exercício dos seus direitos e a necessidade de progresso material, intellectual e moral que o levaram a viver em sociedade. D’ahi nasceu a família, nasceu a Escola, nasceu a União de classe, nasceram as diversas crenças religiosas que na ordem natural se dilhuetam pelos diversos templos onde o homem, elevando-se do terreno econômico e do intellectual --- sublima-se em espiritualidade, ajoelhando-se deante dos altares, ou de mãos postas para as alturas ou de pensamento voltado para o sobre-natural, num anseio de aperfeiçoamento moral, num approximar manso e suave do grande ideal de Perfeição que é Deus!

A sociedade, pois, é um facto natural. Como deduzimos, também, contrariamente de Rousseau, que Ella não pode ser expressa simplesmente por um numero, porque é de facto formada por grupos que são:

Na ordem patriarchal: a família;

Na ordem educacional: a escola;

Na ordem econômica: o syndicato de classe;

Mello, Olbiano de. Concepção do Estado Integralista, Schmidt-editor, Rio de Janeiro, 1935.

*A grafia original foi mantida.

Você quer saber mais?

http://produto.mercadolivre.com.br/MLB-172612183-livro-plinio-salgado-concepco-do-estado-integralista-_JM

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"O Homem inventou a máquina. A máquina, agora, quer fabricar homens. E se um dia saírem homens do ventre das usinas, também os úteros das mulheres gerarão homens-máquinas, sem coração, sem afeto, meros aparelhos de produção..."

Plínio Salgado.