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domingo, 10 de outubro de 2010

Geoglifos no solo do Acre e Amazônia.

Marcas gigantes no solo da Amazônia intrigam cientistas



Elas passaram séculos escondidas pela floresta. Agora, com o desmatamento para a criação de gado, estão aparecendo cada vez mais. Os geoglifos são formas perfeitas escavadas no solo, espalhadas pelo extremo oeste da Amazônia.


Serão vestígios de uma sociedade desconhecida? Ou restos do lendário reino de Eldorado, com que tantos exploradores sonharam?


Segundo o paleontólogo Alceu Ranzi, da Universidade Federal do Acre, os geoglifos formavam um grande sistema que se estendia por centenas de quilômetros nessa região da Amazônia. Ranzi fazia parte da equipe que descobriu os desenhos, em 1977. Mas foi só nos últimos tempos que o número de achados disparou, graças a fotos de satélite disponíveis na internet. Já são quase 300 geoglifos - de alguns, os pesquisadores nunca chegaram perto.


Apesar do nome, Boca do Acre fica no Amazonas. É para lá que foi a equipe de reportagem do Fantástico, para ver de perto alguns geoglifos que até então só haviam sido observados pelo pesquisadores por imagens de satélite.

Em pouco tempo de voo é possível ver as formas - algumas bem nítidas, outras parcialmente encobertas pela mata. "Normalmente são quadrados e círculos. Temos octógonos também, hexágonos...", cita Ranzi.


Para Jacob Queiroz, 93 anos, dono de terras onde existem algumas figuras, elas não podem ser simples obras da natureza. "Isso aqui foi gente que fez. Trabalho de engenheiro", comenta.


Revolução

Dentro de um dos canais que forma as figuras, é possível ver que a terra foi escavada e cuidadosamente empilhada do lado de fora. Por isso, chegou-se a pensar que as valas seriam trincheiras da revolução acriana, a revolta do início do século 20 contra a dominação da Bolívia no território.


Mas a teoria das trincheiras está fora de cogitação. As análises geológicas publicadas mostram que os geoglifos são muito mais antigos: do século 13.

Outra questão intrigante é como os habitantes daquela época conseguiram fazer isso dentro de uma floresta densa. "Imagino que essa região da Amazônia devia estar passando por um problema climático", diz Ranzi. Os cientistas têm uma hipótese: na época da construção dos geoglifos, a Amazônia pode ter passado por uma seca muito forte, que transformou a floresta numa imensa savana, parecida com o cerrado brasileiro.


Falta ainda a principal peça do quebra-cabeça: que tipo de sociedade projetou esses monumentos? Certamente devia ter um certo grau de organização para elaborar esses monumentos. As principais teorias sobre os povos que viviam nesta região antes de o Brasil ser descoberto dizem que esses povos jamais teriam tamanha sofisticação, eram nômades, ou seja, não passavam muito tempo no mesmo lugar.

Para Jacó Piccoli, antropólogo da Universidade Federal do Acre, é possível que haja uma relação estreita com os antepassados dos índios atuais. "Mas podem ter sido também outras populações que habitaram a região", pondera. É difícil estabelecer uma origem clara para os geoglifos, porque não se encontram pistas nas tradições dos índios que vivem hoje na região.

Na falta de respostas, os moradores abraçam o sobrenatural. Seu Jacob conta que, estranhamente, as valas nunca alagam quando chove e que, do chão, sobe uma espécie de zumbido. "Uuuuuu.... que nem uma abelhal", conta.

Também não faltam suposições delirantes, como, por exemplo, que os geoglifos seriam marcas deixadas por extraterrestres.

Quando olham para a imensidão da floresta amazônica preservada, os cientistas ficam imaginando quantos geoglifos, quantos desenhos geométricos estão escondidos debaixo das árvores. Eles estimam que nem 10% deles tenham sido revelados.

VOCÊ QUER SABER MAIS?

www.geoglifos.com.br/

Parssinen, M., Ranzi, A. Saunaluoma, S. e Siiriäinen, A. 2003 Geometrically patterned ancient earthworks in the Rio Branco region of Acre, Brazil. In: Western Amazonia – Amazônia Ocidental, Renvall Institute Publications, Helsinki (14):97-133.

Ranzi, A. 2003 Geoglifos – Patrimônio Cultural do Acre. In: Western Amazônia – Amazônia Ocidental, Renvall Institute Publications, Helsinki (14):135-172

Gustavo Barroso e a Academia Brasileira de Letras

Gustavo Barroso e a Academia Brasileira de Letras. Por
Guilherme Jorge Figueira, presidente dos núcleos integralistas do Estado do Rio de Janeiro.



Foi uma longa trajetória, está que trouxe o Secretário Nacional de Educação da AIB Gustavo Barroso à Academia Brasileira de Letras, e não estou falando da distancia geográfica que separa a cidade de Fortaleza, onde nasceu, à sede da ABL, no Rio de Janeiro. Estou falando da trajetória que todo intelectual percorre até ter seu trabalho reconhecido, e poucas vezes o reconhecimento leva a chegar àquela Casa. Muitos escritores que percorrem este caminho, quando lá chegam, têm sua participação beirando ao anonimato, porém, não foi isso que aconteceu com Gustavo Barroso. O Secretário Nacional de Educação da AIB, antes de conseguir ser eleito na Cadeira 19, em 8 de março de 1923, tentou quatro vezes, tendo tido êxito apenas na quinta. Vale ressaltar que Barroso foi o terceiro ocupante dessa cadeira, sucedendo ao escritor D. Silvério Gomes Pimenta.

Na sua posse, foi recebido pelo Acadêmico Alberto Faria, que ressaltou a presença do mais jovem membro no quadro da época, 34 anos, e sua prolífica publicação de até então 17 livros. Após ingressar na Academia Brasileira de Letras, o mais novo acadêmico passou a atuar no cargo de tesoureiro da instituição, o que lhe valeu participar ativamente na adaptação do prédio do Petit Trianon, oferecido pelo Governo francês ao Governo brasileiro. Gustavo Barroso também exerceu outros cargos na administração da Academia Brasileira de Letras, se destacando na presidência da Casa nas gestões de 1932/1933 e 1949/1950.

João do Norte, Nautilus, Jotanne e Cláudio França foram alguns dos diversos pseudônimos que Gustavo Barroso utilizou em suas obras. Infelizmente, a maior parte da sua Obra não se encontra reunida nos Livros, mas, espalhada por diversos jornais e revistas, nacionais e estrangeiros, destacando-se pelo longo período de sua colaboração, a revista Fon-Fon, na qual que escreveu assiduamente.

O Boletim Bandeira do Sigma recomenda a leitura de um dos maiores, se não o maior ensaio sobre a natureza e os costumes do sertão cearense, me refiro ao aclamado livro Terra de Sol, de autoria do Secretário Nacional de Educação da AIB, Gustavo Barroso. Outras obras, estas Integralistas, poderiam ser recomendadas, porém, para compreender a genialidade do Imortal sugiro primeiramente esta obra, já que é uma das mais famosas entre os seus 128 livros.
(Transcrito do Boletim “Bandeira do Sigma”, Janeiro de 2010, Ano I, Nº 6, página 2).

VOCÊ QUER SABER MAIS?

http://www.integralismorio.org

http://www.integralismo.org.br

Código de Ética para os Historiadores.

Código de Ética para os Historiadores, por Jorge Figueira (Presidente dos Núcleos Integralistas do Estado do Rio de Janeiro).




Quadro Integralista montado em 1998 por um valoroso companheiro Integralista da nova geração, residente em Belo Horizonte.

Aprovada na Câmara dos Deputados e encaminhada para o Senado Federal a regulamentação da profissão dos Historiadores. O Projeto, apadrinhado pelo Sen. Paulo Paim (PT-RS), vem em boa hora para colocar ordem numa profissão onde as publicações de inverdades acompanhadas de militâncias esquerdistas prevalecem. A histórica Acção Integralista Brasileira é uma das inúmeras instituições que sofrem com essas publicações acadêmicas, financiadas em sua maioria com dinheiro público.

Uma das formas de se evitar tal “farra do boi” seria a criação de um Código de Ética. Este Código teria como finalidade, não censurar as publicações, e, sim, traçar uma linha de conduta adequada visando interesses coletivos e o bem da sociedade.

Os Historiadores nada mais são do que construtores do passado, por isso seu trabalho tem impacto imediato na vida de nossa sociedade. No momento em que um pesquisador, através de suas paixões ideológicas, publica artigos e livros difamatórios, está construindo uma inverdade que irá influenciar na vida de todos nós.

Um exemplo desta situação é o IV Encontro dos Pesquisadores do Integralismo, que está ocorrendo neste mês, na Universidade Federal de Juiz de Fora – MG -, onde já o cartaz de divulgação do evento faz uma associação bizarra com movimentos totalitários europeus. Dessa forma, sem nem irmos ao evento, já podemos imaginar o que se pode esperar de tal encontro. Qual o objetivo desta associação? Por que desinformar ao invés de informar? Estas são perguntas que há mais de 70 anos os Integralistas se fazem. A falta de material para pesquisa não é desculpa para tal associação, ao contrário, atualmente, diversos Arquivos Públicos Estaduais disponibilizam seu acervo, como também portais na Internet. Se o pesquisador fizer uma análise superficial apenas, já irá visualizar a diferença entre a Doutrina do Sigma e os movimentos totalitários europeus, como o nazismo e o fascismo.

Por fim, para os interessados em pesquisar os últimos três encontros dos pesquisadores, seus trabalhos estão disponíveis na Internet, porém, antes de ler tais trabalhos, aconselho a preparar o estômago para tantas calúnias.

“Historiadores” se reúnem no IV Encontro Nacional de Pesquisadores do Integralismo
Entre dias 10 e 13 de Maio de 2010, foi realizado na Universidade Federal de Juiz de Fora, mais um encontro dos supostos “pesquisadores” do Integralismo. O encontro chama a atenção pelos temas abordados, em especial o “Sigma na Atualidade”, cuja palestrante encarregada é uma senhora já conhecida dos Integralistas pelos seus trabalhos difamatórios a respeito da Doutrina do Sigma, estamos nos referindo à marxista Sra. Márcia Carneiro. Informamos aos leitores que, em nenhum momento a Frente Integralista Brasileira foi oficialmente convidada a participar do evento, sendo assim, os Companheiros podem imaginar as injúrias que foram proferidas contra nós neste encontro unilateral.
(Textos transcritos de “Bandeira do Sigma”, Ano I, Nº 10, Maio de 2010, páginas 1 e 4)

* Σ – Publicitário – Rio de Janeiro(RJ). Presidente dos Núcleos Integralistas do Estado do Rio de Janeiro – NIERJ.
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Plínio Salgado.