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domingo, 29 de agosto de 2010

INTEGRALISMO!

ESTADO TOTALITÁRIO E ESTADO INTEGRAL




Os integralistas querem o Estado Totalitário?


Não; os integralistas querem o Estado Integral.


O Estado Totalitário não é a mesma coisa que o Estado Integral?


Não.


O Estado Totalitário tem uma finalidade em si próprio; absorve todas as expressões nacionais e sociais, econômicas, culturais e religiosas; subordina a "pessoa humana" e os grupos naturais ao
seu império.

O Estado Integral, ao contrário, não tem uma finalidade em si próprio; não absorve as expressões nacionais e sociais, econômicas, culturais religiosas; não subordina a "pessoa humana "e os grupos naturais ao seu império; o que ele objectiva,é a harmonia entre todas essas expressões, a intangibilidade da "pessoa humana".


Por que motivo os integralistas não querem o Estado Totalitário?


Os integralistas não querem o Estado Totalitário, porque os integralistas adotam uma filosofia totalista, isto é, tem do mundo uma concepção totalitária .


Não há uma contradição nisso? Se os integralistas concebem o universo de um ponto de vista totalitário, como é que não concebem o Estado da mesma maneira?


Os integralistas são lógicos, tendo uma concepção totalitária do mundo e uma concepção não totalitária do Estado. É evidente que, sendo o Estado uma das expressões do mundo, se este é considerado em seu conjunto, o Estado tem de ser considerado como uma "parte" do conjunto. Se adotarmos o Estado Totalitário, então‚ que ficamos em contradição, fazendo uma "parte" absorver as outras partes.


Mas um jornalista escreveu, que os integralistas ensinam uma doutrina confusa, porquanto o Estado Forte, o Estado Leviathan de Hobbes compreende a absorção de todos os elementos sociais pela autoridade estatal... Como respondem os integralistas?


O jornalista ouviu falar em Hobbes, sem ter a menor noção do assunto. Basta dizer que Hobbes é um materialista, um naturalista, ao passo que nós somos espiritualistas. A conclusão a que Hobbes chegava, era a de que o homem não presta, inclinado aos vícios e à maldade e, por conseguinte, a sociedade tinha de ser governada com pulso de ferro, por um Estado absorvente de todas as liberdades, impondo a disciplina pela força. Esse‚ o Estado "Leviathan" hipertrofiado e gigantesco. Ao contrário de Hobbes, um outro filósofo chamado Locke, também materialista, também naturalista, pensava que o homem é bom, que as leis, o arbítrio do Estado‚ que o tornam
mau. Baseado no mesmo materialismo experimental de Hobbes, chegava Locke à conclusão de que cumpria dar a máxima liberdade aos indivíduos, competindo ao Estado assegurar essa máxima liberdade. Bastava isso para que tudo corresse no melhor dos mundos.


Também J. J. Rousseau foi da mesma opinião de Locke. O "homem natural"de Rousseau exprime todo o seu pensamento político. O curioso nisto tudo ‚ que, partindo de um mesmo princípio (o naturalismo) Hobbes separa-se de Locke, porem ambos vão encontrar-se nas últimas conseqüências do Estado Liberal, isto é, no comunismo bolchevista, no estado socialista, que destrói toda a personalidade humana, os grupos naturais, a liberdade. Tanto Hobbes como Locke e Rousseau, são "unilaterais". O primeiro considera o Estado e pretende fortalecê-lo contra o indivíduo. O segundo considera o indivíduo e pretende armá-lo contra o Estado. Nós,
integralistas, consideramos a autoridade do Estado como uma força mantenedora do equilíbrio, de harmonia, dentro das quais gravitarão inter-independentes e sem choques, os grupos naturais e a personalidade humana. A "autoridade do Estado", para nós, integralistas, não é "Superior" nem "Inferior" aos outros "valores" sociais e nacionais ("Família", "Corporação" e "Município"; "Cultura", "Economia" e "Religião"). Trata-se de um "valor" diferente, de um elemento de natureza diversa que entra na composição das harmonias sociais e humanas.


Mantendo íntegras cada uma dessas expressões humanas, o Estado integral também a si próprio se mantém íntegro; não entrará nos domínios próprios de cada uma dessas expressões humanas
("Família", "Corporação" e "Município"; "Cultura", "Economia" ou "Religião").


A missão do Estado Integral ‚ manter equilíbrios, sustentar as harmonias sociais. Com esse objetivo, reivindica para si todas as prerrogativas que‚ lhe foram arrancadas e lhe são inerentes
mas nem por isso fere os legítimos direitos de cada um dos fatores humanos constitutivos do conjunto nacional.


Um Estado Forte não é um Estado Totalitário?


Não. Um Estado forte ‚ aquele cuja autoridade moral se fortalece pelo respeito que esse mesmo Estado vota à intangibilidade da "pessoa humana" e de todas as suas expressões grupais ou sociais. O Estado Totalitário seria o Estado Arbitrário. O Estado Integral ‚ o Estado de Direito, o Estado Mediador, o Estado Ético, conforme um princípio espiritualista cristão.


O Estado Integral é um Estado Forte?


É o único Estado Forte, justamente porque não é arbitrário, nem absorvente, nem anulador de legítimas liberdades.


Como consegue o Estado Integral ser forte?


Criando a consciência das "diferenciações" dos grupos humanos e das expressões sociais que passam a gravitar harmoniosamente no sentido do bem comum, cada qual com sua própria natureza, sua própria função, seus próprios objetivos. O Estado, por sua vez, penetra-se dessa consciência da sua natureza, da sua função e dos seus objetivos. Princípios imutáveis fixam os
limites de ação de cada pessoa e de cada grupo, assim como de cada expressão humana (Cultura, Economia, Religião). O Estado fortalece-se guardando os seus próprios limites e defendendo e sustentando as suas prerrogativas.


Como se entendem as prerrogativas do Estado?


Entendem-se não como direitos, porém como deveres.O mesmo jornalista acusou o Integralismo de não agir violentamente, para atingir o Poder; outros apontam o Integralismo como doutrina filiada ao fascismo e procuram demonstrar ser este um adepto de Sorel, tanto quanto o comunismo.


Que respondem a essas coisas os integralistas?


O Integralismo não tem agido pela violência justamente porque nada tem que ver com Sorel. O autor das "Reflexões sobre a Violência" é materialista, evolucionista, darwiniano. Toda a sua doutrina ‚ baseada no "struggle for life", a tal ponto que preconiza, como etapa indispensável da luta de classe, o fortalecimento da burguesia. Como Marx, que ‚ naturalista e continuador dos economistas liberais, Sorel aceita, integralmente, os mesmos princípios que já estavam em Hobbes, em Locke, em Rousseau. Só o fato de nós sermos espiritualistas evidencia que não somos soreleanos, que não adotamos a teoria da violência, pois seria a negação da nossa doutrina.

A nossa doutrina, a respeito do emprego da força é clara e não admite dúvida. Em princípio, condenamos toda e qualquer sedição; todas as conspirações, todos os golpes de mão; respeitamos a autoridade constituída; esse respeito irá até ao dia em que a referida autoridade já não puder manter o próprio princípio da sua autoridade e já não tiver meios de fazer a Lei, a Constituição serem cumpridas. Se isso acontecer, se praticamente não existir mais autoridade, então será em
obediência ao próprio princípio da autoridade que os integralistas terão o dever de usar da força, caso disponham dela, para evitar desgraças maiores, como a implantação do comunismo ou uma situação de anarquia.


Essa doutrina‚ a própria doutrina da Ordem no que ela tem de mais profundo. Ora, dentro desses princípios, respeitando as leis e as autoridades do país, não somos incoerentes e, sim, afirmamos a nossa coerência e a nossa dignidade de pensamento.

O Integralismo brasileiro não é, então, anti-democrático?

Não; o Estado Integral quer restaurar a democracia que já não existe no Brasil. Não é um destruidor do regime, mas o criador de novos órgãos capazes de revitalizar um regime morto.


O Integralismo - Gustavo Barroso.


"No fundo da alma de qualquer povo dormem, ignoradas, forças infinitas. Quem as souber despertar, moverá montanhas."

Gustavo Barroso


O Integralismo não é um partido político, nem de modo algum deve ser confundido com qualquer partido político. Os partidos políticos representam interesses parciais de um grupo de eleitores organizados à sombra de um programa destinado à duração dos mandatos daqueles que elege. O Integralismo põe o interesse da NAÇÃO acima de todos os interesses parciais ou partidários e se guia por uma doutrina, não por um programa.


O Programa é um projeto ou resolução daquilo que se pretende fazer em um tempo determinado. Doutrina é um conjunto de princípios filosóficos, morais e científicos na qual se baseia um sistema político por tempo indeterminado. A diferença é essencial. Uma doutrina dá origem a um incalculável número de programas. Um programa não produz nenhuma doutrina.


* Se não é partido, então o que é o Integralismo? – Perguntarão todos quantos se viciaram em compreender a política como simples jogo e manejo de partidos.


O Integralismo é uma Ação Social, um Movimento de Renovação Nacional em todos os pontos e em todos os sentidos. Prega uma doutrina de renovação política, econômica, financeira, cultural e moral. Prega essa doutrina, completa-a e a amplifica constantemente com seus estudos, e prepara os homens capazes de executar as medidas dela decorrentes. Abrange, nos seus postulados, indagações e finalidades, todas as atividades nacionais. Bate-se, não por um programa partidário regional ou local, - autonomista, evolucionista, constitucionalista, partido republicano mineiro, partido republicano paulista, partido democrático, etc.; mas pela construção do Mundo e do Homem até ás dos fatores econômicos (1).


Isto é uma Política, da qual decorre uma administração. Os partidos somente são capazes de chegar até um programa de administração. O Integralismo constrói uma Doutrina Política, em conseqüência da qual poderá formular inúmeros programas de administração.


Por isso, o Integralismo não compreende e não quer o Brasil partido, dividido: de um lado o povo, alistado em dezenas e mesmo centenas de partidos, votando em milhares de legendas que subpartem os partidos, sempre contrário ao governo, como se este fosse seu pior inimigo; de um lado, o povo iludido pelo politiqueiros, contrapondo-se ao Estado que o esfola com os impostos; do outro, esse Estado manobrado pelo partido que dele se apoderou por meio do voto, oscilando ao sabor das forças paralelas a ele – corrilhos eleitorais ou financeiros, etc., tornado meio de satisfazer apetites, quando deve ser um fim para satisfazer o bem público; mas compreende e quer o Brasil - Unido, isto é, o Brasil - Integral, com o Estado e a Nação confundidos num todo indissolúvel.


O Estado não deve ser somente o governo, a administração de um país. A Nação não deve ser somente a comunidade dos indivíduos unidos pela origem, pela raça, pela língua ou pela religião sob o mesmo regime político. A Nação e o Estado devem integrar-se num corpo só, na mesma associação de interesses e de sentimentos, confundindo-se na mesma identidade e para os mesmo fins.


Na Doutrina Integralista, a Pátria Brasileira deve ser uma síntese do Estado e da Nação, organizada sobre a base corporativa (2). A sociedade humana não vale somente pelo que apresenta aos nossos olhos, vale muito mais ainda pelo que nela existe e não conseguimos ver, isto é, as forças ocultas do seu Passado e do seu Espírito. Os homens prende-se ao Passado através de seus ascendentes, cujos características essenciais herdam, cujas conquistas morais, intelectuais, técnicas e materiais lhes são transmitidas como um verdadeiro patrimônio. Essa herança é a civilização e nela as gerações que se sucedem são solidárias.


Compostas de homens, as Nações ligam-se ao passado pelas suas tradições de toda a espécie. Enraizada nelas é que a Pátria Brasileira deve florescer no Presente para frutificar no Futuro.


O regime corporativo une os sindicatos de trabalhadores, de técnicos e de patrões, coordena seus esforços e transforma-os de organismos políticos, sociais, econômicos, morais, educativos, de equilíbrio e de cooperação.


Afim de realizar o que pretende, o Integralismo não apela, como os extremistas, para a brusca subversão da ordem social e conseqüente inversão de todos os seus valores, para os atos de banditismo, vandalismo ou terrorismo, para bombas de dinamite e atentados pessoais, para sabotagens e greves que ainda mais precária tornam a situação do pobre operário; mas para o valor do próprio homem, sua dignidade de ser pensante, suas virtudes patrióticas, suas reservas morais, sua tradição religiosa e familiar, seu amor pelo Brasil, sua crença em Deus!


Querendo a grandeza da Pátria Brasileira, o Integralismo por ela se bate em todos os sentidos. Essa grandeza somente pode alicerçar-se na alma das massas trabalhadoras de todo o país, libertas ao mesmo tempo da exploração econômica do capitalismo sem pátria e da exploração política dos caçadores de votos ou dos extremistas fingidos, que falam em nome de operários e camponeses sem serem nem operários, nem camponeses.


Pelo Integralismo, a grandeza da Pátria Brasileira se fará pela renúncia dos interesses pessoais em favor dos interesses nacionais, a pureza dos costumes públicos e privados, a simplicidade da vida, a modéstia do proceder, a integralidade da família, o respeito a tradição, a garantia do trabalho, o direito de propriedade com seus deveres correlatos, o governo com autoridade moral e mental, a unidade intangível da Nação e as supremas aspirações do espírito humano.


Integralismo quer dizer soma, reunião, integralização de esforços, de sentimentos, de pensamentos, ao mesmo tempo de interesses e de ideais. Não pode ser um simples partido. É coisa muito mais elevada. É um movimento, uma ação, uma atitude, um despertar de consciência, um sentido novo da vida, a marcha de um povo que desperta.


Batendo-se pela felicidade do Brasil dentro das linhas de seus grandes destinos, condicionadas pelas suas realidades de toda a origem, o Integralismo quer que o pensamento dos brasileiros não se divida e enfraqueça na confusão de doutrinas ou programas; quer que se una e some ao influxo de uma mesma doutrina político-social.


Porque essa base doutrinária é imprescindível para a construção do ESTADO INTEGRAL BRASILEIRO, ESTADO HERÓICO pela sua capacidade de reação e de sacrifício, ESTADO FORTE pela sua coesão, sem fermentos desagregadores dentro de si, no qual, como fator indispensável de independência, se tenha processado a emancipação econômica e, como condição principal da unidade da Nação, tenham desaparecido as fronteiras interestaduais (3).


Para a realização de tão grande obra política, econômica e social, o Integralismo tem de combater sem tréguas e sem piedade toda a repelente imoralidade do atual regime de fraudes, engano, corrupção e promessas vãs, bem como todo o materialismo dissolvente da barbárie comunista que alguns loucos apontam como salvação para nosso país. O atual regime pseudo-liberal e pseudo-democrático é um espelho da decadência a que chegou o liberalismo, que procurou dividir a nação com regionalismos e separatismos estreitos, implantando ódios entre irmãos, atirados às trincheiras da guerra civil (4); com partidos políticos transitórios que sobrepõem as ambições pessoais aos mais altos interesses da Pátria e pescam votos, favorecendo os eleitores com um imediatismo inconsciente, em que tudo concedem ou vendem, contanto que atinjam as posições.


Esse regime fraco e vergonhoso escravizou o nosso Brasil, o pouco capital dos brasileiros e o trabalho das nossas populações abandonadas ao banqueiro judeu internacional (5) por um criminoso sistema de pesados, aladroados e sucessivos empréstimos externos, cuja funesta e primeira conseqüência é o esfolamento pelos impostos.


O comunismo que agitadores estrangeiros, aliados a brasileiros vendidos ou inconscientes, inimigos da Pátria, nos prometem, quer a destruição das pátrias, da propriedade e da família, a proletarização das massas e a materialização do homem em todos os sentidos.
Tirando ao indivíduo suas crenças e tradições, sua vida espiritual e sua esperança em Deus, sua família – que é sua projeção no Tempo, e sua propriedade – que é sua projeção no Espaço, arranca-lhe as forças de reação, todos os seus sentimentos, deixa somente a fera humana e prepara-o, assim, para definitiva escravização ao capitalismo internacional disfarçado em capitalismo de Estado.


O Povo Brasileiro debate-se em verdadeira angústia econômica e anseia por novo padrão de vida; debate-se numa completa desorganização de sua existência pública e almeja nova forma de justiça social; debate-se em formidável anarquia de valores e na incultura geral, e precisa formar sem detença homens escolhidos que possam resolver os grandes e graves problemas da Nação.


Urge a transferência completa do Brasil para salvá-lo, novo conceito de vida, novo regime, novo quadro de valores. Essa transformação completa, integral da Sociedade Brasileira fatalmente terá de ser o resultado de uma transformação completa, integral da Alma Brasileira no sentido do rigoroso cumprimento de todos os deveres para com a Família, para com a Pátria e para com Deus.


A lição de Jacques Maritain manda a Razão submeter-se a Deus, que é Espírito, e a Ordem Espiritual por Ele instituída.
Só uma Revolução Moral pode produzir uma grande, digna e benéfica Revolução Social. Porque esta é projeção daquela. Por isso, a Doutrina Integralista afirma que a primeira revolução do Integralismo é a Revolução Interior.


Notas do revisor (2004):


1. Uma das maiores motivações do Integralismo Histórico foi o combate às cisões regionalistas através da instrumentação de uma força política unionista, que colocasse os interesses do País acima de interesses de grupos ou indivíduos. Por isso, o combate histórico da Ação Integralista Brasileira jamais deve ser entendido como anti-democrático, quando muito pelo contrário, visava dar uma feição social e institucional a agremiações que não se identificavam com as necessidades do Brasil como um todo.


2. Diferentemente do Fascismo, o Integralismo preconizava a substituição dos partidos políticos estaduais (existentes à época) por estruturas corporativas nacionais, de ordem econômica ou não, organizadas através de eleições, à partir das bases municipais (corporativismo democrático). Vale dizer que, no contexto atual não é possível organizar o Estado daquela maneira originalmente proposta pelo Integralismo, devido à atual complexidade econômica do País e dos próprios meios de produção. Como esclareceu o Dr. Miguel Reale, já desobrigado de sua antiga posição Integralista, há ainda de se aproveitar do corporativismo, a transferência da sua função para a conveniência de órgãos consultivos de caráter sindical ou associativo, afim de serem tomadas decisões fundamentais para o País, no plano técnico, cultural ou econômico, após o pronunciamento de entidades profissionais ou científicas.


3. Visto como uma questão de unidade nacional e não de regionalismos.


4. Não esquecer que, historicamente, o Integralismo surgiu também como uma reação ao regionalismo que culminou com a Revolução Constitucionalista.


5. O próprio Dr. Miguel Reale, em artigo publicado no Jornal Estado de S. Paulo, 28 de agosto de 2004, esclareceu que a posição Integralista se referia apenas aos aspectos econômicos do controle judaico nas instituições financeiras internacionais, mas nunca à questão racial.


Extraído de "O que o Integralista deve saber", Gustavo Barroso, pp. 7-16 - Editora Civilização Brasileira S.A., Rio de Janeiro (5ª edição), 1937.


VOCÊ QUER SABER MAIS?


www.integralismo.org.br


http://www.integralismo.org.br


http://www.integralismorio.org/


http://www.integralismoce.org/


http://www.pliniosalgado.org.br/


http://www.integralismo.org.br/ead/

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"O Homem inventou a máquina. A máquina, agora, quer fabricar homens. E se um dia saírem homens do ventre das usinas, também os úteros das mulheres gerarão homens-máquinas, sem coração, sem afeto, meros aparelhos de produção..."

Plínio Salgado.