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sábado, 11 de dezembro de 2010

Rei Arthur: a lenda e os fatos.


A saga de Arthur, o rei lendário que expulsou os bárbaros e unificou a Inglaterra, atravessa os séculos a fascinar os homens e a desafiar a História oficial como um dos mitos mais famosos e influentes de todos os tempos.

Em um território devastado por invasões bárbaras, onde diversas tribos guerreavam entre si e a única lei era ditada pelo poder das espadas, um guerreiro invencível, cercado por bravos cavaleiros, decide lutar para libertar o seu povo e construir uma nova nação. O roteiro parece familiar, não? Isto porque esta é a lenda do rei Arthur, que nasceu na antiga cultura celta, sobreviveu aos séculos e até hoje alimenta o imaginário popular, originando uma série de histórias que nada mais são que releituras do universo mítico de Camelot.

Segundo a lenda, Arthur viveu por volta do ano 500 d.C. e foi o grande responsável pela unificação da Inglaterra. Com sua espada mágica, ele derrotou diversos inimigos estrangeiros e entrou para a história como o primeiro rei da nação britânica. No entanto, muitos estudiosos não acreditam que Arthur tenha existido de fato. Essa corrente sustenta que todas as aventuras dos cavaleiros da Távola Redonda fazem parte de um grande mito, sem nenhuma sustentação histórica.

“A história do rei Arthur é, na realidade, a junção das histórias de vários guerreiros que viveram em várias épocas diferentes e cujas histórias foram reunidas e misturadas”, explica a historiadora Tereza de Queiroz, da USP (Universidade de São Paulo). Segundo ela, as narrativas sobre Arthur foram compiladas ao longo dos séculos, dando origem à história que conhecemos hoje em dia. Outros pesquisadores, no entanto, continuam buscando indícios arqueológicos que possam sustentar a existência da corte de Camelot. Seja como for, o fato é que as aventuras de Arthur fascinam todos que as conhecem, e têm lugar garantido entre as grandes lendas da humanidade.

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http://www.triada.com.br/

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"O Homem inventou a máquina. A máquina, agora, quer fabricar homens. E se um dia saírem homens do ventre das usinas, também os úteros das mulheres gerarão homens-máquinas, sem coração, sem afeto, meros aparelhos de produção..."

Plínio Salgado.