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sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Poesias Integralistas- E POR TODOS OS SÉCULOS DOS SÉCULOS...


Versos aos que vacilam

Mayrink

Desta luta sem fim, ninguém deserta!

Trazes as mãos de sacrifícios cheias:

Não é possível que afinal descreias

da Vitória do Bem – porque ela é certa!



Como se faz a um caramujo, aperta,

no ouvido d’alma, a Pátria – e, em tuas veias,

sentirás saudades das cadeias

e a voz dos Mortos te dizendo – Alerta!



Por sobre o tremedal do conformismo,

atira a tua Fé no Integralismo

- puro e distante como a luz de um astro:



Eu só posso enrolar a bandeira,

a que entreguei uma existência inteira

- para crucificar-me no seu mastro...

(Transcrito do Boletim “O Idealista” – Ano 1 – Abril – Maio – Junho de 1987 – Nº 3 – pág. 2)

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"O Homem inventou a máquina. A máquina, agora, quer fabricar homens. E se um dia saírem homens do ventre das usinas, também os úteros das mulheres gerarão homens-máquinas, sem coração, sem afeto, meros aparelhos de produção..."

Plínio Salgado.