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quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Federação Luterana Mundial - Genebra/Suíça

Lutheran World Federation (Federação Luterana Mundial)

A Federação Luterana Mundial (FLM) é uma comunhão global de igrejas cristãs oriundas da tradição luterana. Fundada em 1947, em Lund, Suécia, a FLM conta hoje com 140 igrejas-membro de 78 países representando cerca de 66,7 milhões de cristãos.

A FLM confessa as Escrituras Sagradas do Antigo e Novo Testamentos como sendo a única fonte e norma de sua doutrina, vida e serviço. A FLM vê, nos três Credos Ecumênicos e nas Confissões da Igreja Luterana, especialmente na Confissão de Augsburgo e no Catecismo Menor de Martin Lutero, a pura exposição da Palavra de Deus.


O pão nosso de cada dia


As igrejas-membro da FLM confessam a Deus Trino, estão em acordo com a proclamação da Palavra de Deus e estão unidas em comunhão de púlpito e altar. A FLM confessa a única, santa, católica e apostólica Igreja e está decidida a servir à unidade Cristã ao redor do mundo. Ela age em nome de suas igrejas-membro em áreas de interesse comum, como comunicação, relações ecumênicas e inter-religiosas, questões ligadas aos Direitos Humanos, assistência humanitária, teologia e demais aspectos ligados à missão ao desenvolvimento.

A mais alta instância decisória da FLM é a Assembléia, que reúne-se a cada seis anos. Entre uma Assembléia e outra, a FLM é governada pelo seu Conselho, que reúne-se entre cada 12 e 18 meses, e pelo seu Comitê Executivo, que também funciona como diretoria e comitê de pessoal da Federação. O Conselho da FLM compreende o Presidente, o tesoureiro e 48 membros eleitos pela última Assembléia.

A Secretaria Geral da FLM está localizada nas dependências do Centro Ecumênico, em Genebra, Suíça, o que possibilita uma cooperação próxima com o Conselho Mundial de Igrejas e outras comunhões cristãs mundiais, assim como com organizações internacionais seculares.

Você quer saber mais?


http://www.lutheranworld.org/lwf/

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"O Homem inventou a máquina. A máquina, agora, quer fabricar homens. E se um dia saírem homens do ventre das usinas, também os úteros das mulheres gerarão homens-máquinas, sem coração, sem afeto, meros aparelhos de produção..."

Plínio Salgado.