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quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Qual é o principal talento da esquerda?

Para o jornalista Paulo Francis (1930-1970) o único talento real dos esquerdistas é a difamação. Ao longo dos anos a historiografia dominada pelos militantes esquerdistas se preocupou em demonificar diversos ilustres personagens Integralistas, o trabalho foi muito realizado, principalmente no que se refere a figura de Gustavo Barroso (1888-1959).

O limbo difamatório que o imortal Gustavo Barroso foi submetido, sem direito de resposta por seus admiradores, rendeu diversos trabalhos científicos pomposos muita vezes financiados por órgãos públicos que não tiveram nenhum compromisso em verificar a lisura desses pesquisadores, várias dessas obras se encontram disponíveis em bibliotecas e faculdades públicas sendo desta forma agentes da desinformação.

Atualmente vem se consolidando um tendência diferente, com a publicação do primeiro livro da Academia Brasileira de Letras sobre a vida e obra de Gustavo Barroso mais de 50 anos após sua morte e o documentário filmado pela TV Assembléia do Estado do Ceará intitulado “Gustavo Barroso: glória, ostracismo e reconhecimento” vemos uma busca diferente, uma busca pela informação sem romantismo ou tendências escusas. Com obras como essa a imagem de Barroso recebe outra roupagem, mais informativa e verdadeira.

Segundo uma das responsáveis pelo documentário Sra. Ana Celia “Barroso foi boicotado por ser integralista”, se para esta senhora que não é estudiosa do Integralismo Barroso foi boicotado imagina para nós que ano após os debruçamos sobre o tema. Outras obras não literárias valem a pena ser ditas neste editorial pra reforçar esta tendência, a presença do busto de Gustavo Barroso, fundador do Museu Histórico Natural na praça da entidade que também leva seu nome, e de sua estátua com seus restos mortais no Ceará, próximo ao colégio Liceu, são uma amostra do resgate deste fabuloso autor.

Gustavo Barroso foi um dos escritores brasileiros que mais publicaram obras, em torno de 128 livros, não se pode portanto deixar um personagem da história nacional como ele ser esquecido ou mesmo abandonado.

Autor: Jorge Figueira

Você quer saber mais?

Extraído do Boletim Bandeira do Sigma, Ano I/N°8

http://www.integralismorio.org

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"O Homem inventou a máquina. A máquina, agora, quer fabricar homens. E se um dia saírem homens do ventre das usinas, também os úteros das mulheres gerarão homens-máquinas, sem coração, sem afeto, meros aparelhos de produção..."

Plínio Salgado.