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quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Falsas afirmações sobre o Integralismo.

MANIFESTO DA VERDADE


B. T. da Silva*

Anauê!

Prezados Senhores e Senhoras, Integralistas ou não. Venho por meio deste Manifesto, engrandecer o Integralismo e desmentir as falsas afirmações de esquerdistas, marxistas, comunistas, socialistas, anarquistas e de todos aqueles que tem interesse em manchar o nome do Integralismo.

Já cansado de ver as falsas afirmações contra Integralismo e seus seguidores, decidi reunir várias passagens de textos, arquivos, documentos, matérias, artigos, etc. (cujas fontes estão devidamente relacionadas), onde coloco apenas trechos claros, que contradizem o que se anda falando por aí em livros, artigos, matérias, etc. E os reuni em um só texto, este texto, que atribuo o nome de “Manifesto da Verdade”.

Não era racista

Já vi inúmeras afirmações dizendo que o Integralismo era, ou tinha influência nazista, o que sugere àqueles que pouco ou nada sabem a respeito do Integralismo, que o Integralismo era racista. Cá está a comprovação de que o Integralismo não era racista, veja:

No Manifesto de Outubro de1932 (base da doutrina Integralista) no subtítulo “O Nosso Nacionalismo”, diz: “Os brasileiros das cidades não conhecem os pensadores, os escritores, os poetas nacionais. Envergonham-se também do caboclo e do negro de nossa terra”. Comentário: Desta forma, o manifesto está criticando a vergonha que sentem os cidadãos de “boa vida” (no caso os “brasileiros das cidades”, que na época eram em sua grande maioria brancos) em relação aos negros, mulatos, caboclos, mestiços, etc.

Encontrei também, visitando “sites” de Companheiros Integralistas - cuja visita desde já sugiro - fotos que refutam todas as falsas afirmações de que o Integralismo era nazista, fascista, etc.

No jornal “Folha de S. Paulo”, no caderno “Mais!”, dia 23 de novembro de 2003, na página 15, cujo título da matéria era “De ex-libertos a quase cidadãos”, do autor Flávio Gomes, em que relata as “batalhas” dos negros pela luta política, diz: “...Já a Guaraná de Sant’ Ana teve outros projetos. Fundou no Rio de Janeiro o “Partido Radical Nacionalista”, com a idéia da “união político-social dos descendentes da raça negra”, noticiou-se na ocasião. Tentaria fazer barulho com o seu periódico “Brasil Novo”. Certamente houve contradições. E, na história das organizações negras, como de qualquer outro movimento social, ocorreram oposições e debates internos. Podemos identificar as lógicas nacionalistas e as aproximações com o Integralismo...” ...E veja só quem então aparece na matéria, os comunistas, que dizem tanto lutar pelas causas sociais, veja mais adiante: “Experiências com socialistas e comunistas não foram menos conflituosas, quando em vários comícios lideranças se dirigiam aos negros como “cidadãos de cor preta”.

Não era fascista, nazista, anti-democrático ou ditatorial

Quanto a ser anti-democrático ou ditatorial, está claro, no Manifesto Programa de 1936, nas Preliminares, no item IV: “O Integralismo não é antidemocrático. Ao contrário, quando condena os partidos é porque visa substituí-los pelas corporações, órgãos que em nossos dias são os únicos capazes de captar e exprimir a vontade popular. O Integralismo, portanto, não é a doutrina ou a apologia da ditadura. O Estado Integral será um Estado forte, não para comprimir as liberdades legítimas e naturais, porém, para garanti-las contra o abuso dos poderosos preservando a Soberania Nacional, o bem-estar e a dignidade de cada brasileiro...”.

Quanto a ser nazista ou fascista, o Sr. Deputado Federal do PRONA-SP, Elimar Máximo Damasceno, e aqui abro uma parte, para agradecer em nome dos Integralistas não só pelos pronunciamentos que enriquecem a memória do Integralismo e do Nacionalismo, mas também pela força com que este preza pelo Brasil e sua soberania. Disse ele em seu pronunciamento do dia 16 de Julho de 2003, na Câmara Federal: “...Plínio Salgado combateu veementemente as ditaduras marxistas e nazistas quando afirmou: "Aparecem duas tisanas para as doenças da Europa: o comunismo e o fascismo. Ambos materialistas, decretam a falência da democracia: ou triunfa o imperialismo econômico baseado no nacionalismo, no fascismo, na ditadura militar, ou vence o imperialismo político da Terceira Internacional. Será esse o dilema para os povos da América?".

Não era anti-semita

Este sempre foi um problema para o Integralismo: A acusação de ser anti-semita, inclusive, confundindo as opiniões do grande escritor Gustavo Barroso a respeito.

Quanto aos trechos, no item II do Manifesto Programa(1936): “O Integralismo se propõe respeitar a liberdade de consciência e garantir a liberdade de cultos, desde que não constituam uma ameaça aos bons costumes...”.

No artigo “Quem tem medo de Plínio Salgado”, de Geraldo Mello Mourão, ele diz: “Vale a pena lembrar que a primeira denúncia brasileira contra o anti-semitismo e a perseguição aos judeus - pelo menos a primeira denúncia de peso - foi clamada por Plínio Salgado, quando advertiu que no movimento por ele fundado em 1932, o Integralismo, ninguém ousaria uma palavra contra a raça a que pertencia a mãe de Jesus Cristo. De resto, havia um grande número de judeus nas fileiras do Integralismo, e eu mesmo me lembro com emoção e com saudade de um querido companheiro daqueles tempos, o brilhante e bravo judeu Aben-Atar Neto. E tantos outros. Mas isso é outra história”.

Integralistas

Posso também comprovar que o Integralismo também não era racista, nazista, antidemocrático, fascista, anti-semita, ditatorial, etc, através das lições de vida e biografias de grandes Integralistas que serviram de base para a formação do Integralismo, como Plínio Salgado, Gustavo Barroso, Raymundo Padilha, Miguel Reale, Raimundo Barbosa Lima, Dom Hélder Câmara, Tasso da Silveira, e tantas outras pessoas importantes para o Integralismo. Para quem tiver interesse, procure biografias destes Integralistas, em “sites” Integralistas.

Livros

Fiquei indignado quando fui à livraria ver se encontrava livros de Plínio Salgado, Gustavo Barroso, Miguel Reale, ou qualquer outro livro a respeito do Integralismo, e não havia nenhum livro à venda! Plínio Salgado, que participou da Semana da Arte Moderna, um homem que tinha alto nível cultural, tnão encontrei nenhum, nem mesmo o célebre “Vida de Jesus”. Gustavo Barroso, por exemplo, escreveu 128 livros, foi membro da Academia Brasileira de Letras, etc, e também não se acha No lugar de livros destes grandes pensadores não só da política, como também da literatura brasileira, encontrei uma infinidade de livros de autores internacionais, um deles que falava a respeito da vida homossexual, outro que falava de “como cresce o anti-semitismo dentro da Igreja Católica”, etc.

Minha conclusão

Concluo este curto Manifesto, desafiando os anti-Integralistas para apresentarem, em “preto no branco”, ou seja, em afirmações, documentos, e comprovações sólidas, de que o Integralismo era racista, nazista, antidemocrático, fascista, anti-semita, ditatorial, etc.

Àqueles que tiverem interesse em divulgar este Manifesto em “sites” e outros, desde já eu autorizo, e que seja na íntegra.

Que o Brasil reviva a grande luta pelo nacionalismo!

São Paulo, Janeiro de 2004.

Por Deus, pela Pátria e pela Família!

Pelo Bem do Brasil!

Anauê!

* Σ - São Paulo – SP


Obs.: O Autor tinha 16 anos quando escreveu o seu Manifesto.

Você quer saber mais?

http://www.integralismo.blogspot.com

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"O Homem inventou a máquina. A máquina, agora, quer fabricar homens. E se um dia saírem homens do ventre das usinas, também os úteros das mulheres gerarão homens-máquinas, sem coração, sem afeto, meros aparelhos de produção..."

Plínio Salgado.