-

-

domingo, 24 de outubro de 2010

Utensílios domésticos de 6 mil anos são achados

Utensílios domesticos da Vovó

Os arqueologos encontraram vasilhames de argila para cozinhar e comer, ferramentas de pedra, e moinhos para cereais e dois fornos a lenha.

Utensílios domésticos de cerâmica com cerca de seis mil anos, incluindo peças de louça de barro e dois fornos a lenha, foram descobertos nas ruínas de uma casa de fazenda, pertecente ao período neolítico, no norte da Grécia, informou o Ministério da Cultura à agência AP. Para o ministério, o achado fornece informações únicas e inestimáveis sobre a arquitetura e funcionamento dos objetos domésticos.

Utensílios domésticos de cerâmica do período neolítico foram descobertos nas ruínas de uma casa antiga, no norte do país.

A casa retangular, de aproximadamente 58 m², foi localizada este ano durante uma obra para colocação de tubulação de água no vilarejo de Sosandra, perto de Aridaia, a 580 km de Atenas. Junto à residência, os arqueólogos encontraram vasilhames de argila para cozinhar e comer, ferramentas de pedra, moinhos para cereais, além dos dois fornos.

Dividida em três quartos, a casa foi construída com paredes feitas de ramos cobertos por argila e era sustentada por grandes troncos de madeira. Segundo os pesquisadores, elementos identificados na madeira e na cerâmica indicam que a estrutura foi destruída por um incêndio. Os habitantes teriam conseguido escapar das chamas, tendo em vista que algumas ferramentas de pedra foram deixadas para trás.

De acordo com o Ministério da Cultura, é raro que objetos tão antigos como esses permaneçam intactos por tanto tempo. “Os utensílios estão em excelentes condições”, registrou o Ministério em comunicado.

Você quer mais?

http://noticias.terra.com.br/imprime/0,,OI3278693-EI295,00.html

LinkWithin

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...
"O Homem inventou a máquina. A máquina, agora, quer fabricar homens. E se um dia saírem homens do ventre das usinas, também os úteros das mulheres gerarão homens-máquinas, sem coração, sem afeto, meros aparelhos de produção..."

Plínio Salgado.