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segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Quebrado o Recorde Mundial de fóssil mais antigo

A esponja mais velha do mundo


Você sabe qual é o fóssil mais antigo de que se tem registro no mundo? A resposta pode te surpreender, mas não se trata de um dinossauro. O título pertence a um caracol chamado Kimberella, que viveu há 555 milhões em áreas onde hoje se localizam Austrália e Rússia (os primeiros dinossauros, bem mais jovens, datam de apenas 230 milhões de anos atrás). O nosso amigo Kimberella, contudo, pode deixar de ostentar o recorde de antiguidade.
Pesquisadores da Universidade de Princeton (New Jersey, EUA) descobriram o fóssil de uma esponja que parece ser um pouco mais velhinho: 635 milhões de anos.
Os pesquisadores descobriram fósseis de múltiplos depósitos glaciais (que possivelmente foram geleiras em algum dia no passado), no sul da Austrália, que pareciam ser pedaços de um mesmo organismo. Trabalhando em conjunto com um estúdio de design, eles reconstruíram o tal organismo digitalmente.
Com a tecnologia, conseguiram reconstituir mais ou menos como funcionava a nossa esponja: não diferia muito das atuais. Um sistema de entrada e saída de água, que é a base para respiração e alimentação do organismo. A diferença é que esta esponja teria uma dura casca de cálcio a revestindo, ao contrário das esponjas de nosso tempo.
Mas os fósseis são a primeira evidência física demonstrando que os animais existiam antes de um evento conhecido como “Snowball Earth” (Terra Bola de Neve), no final do período Criogeniano – entre 850 milhões e 630 milhões de anos atrás -, um determinado tempo onde a Terra seria constituída essencialmente de gelo. Assim, a teoria da Evolução abre-se para ainda mais perguntas, que continuam esperando respostas.

Você quer saber mais?


http://www.nytimes.com/2010/08/24/science/24obfossil.html?partner=rss&emc=rss

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"O Homem inventou a máquina. A máquina, agora, quer fabricar homens. E se um dia saírem homens do ventre das usinas, também os úteros das mulheres gerarão homens-máquinas, sem coração, sem afeto, meros aparelhos de produção..."

Plínio Salgado.